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  • Presenca: o que e, como se desenvolve e os seus segredos revelados

    Este artigo também está disponível em italiano: versão italiana.

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    O que é presença

    Já lhe aconteceu chegar ao fim do dia sem se lembrar realmente do que fez, como se tivesse atravessado as horas numa espécie de automatismo? A presença é exatamente o oposto desse estado de dispersão: é a qualidade de quem habita plenamente o momento, com uma atenção vigilante e ao mesmo tempo relaxada ao que acontece dentro e fora de si. O Dr. Marco Paret, fundador da escola ISI-CNV, define-a com precisão: “A pessoa presente está atenta ao que acontece à sua volta e percebe uma variação temporal em relação aos outros: é capaz de fazer mais coisas no tempo que passa”. Trata-se de viver numa dimensão temporal diferente, mais densa e mais rica, onde as ações se sucedem com naturalidade e eficácia.

    Já lhe deve ter acontecido entrar numa sala e ter a sensação de ter mais impacto do que o normal, e todos os olhares se voltam para si. Essa presença sente-se no corpo: as costas alongam-se, o peito abre-se e o passo torna-se decidido. O seu campo de energia expande-se, o tom de voz torna-se mais profundo e o silêncio à sua volta passa a fazer parte da sua mensagem.

    Os alunos da escola descrevem esta experiência “como a descoberta fundamental das suas vidas”. É uma descrição precisa: quando se experimenta pela primeira vez um estado de presença autêntica, compreende-se quanto tempo e energia são dissipados em pensamentos voltados para o passado ou para o futuro. A presença é reconhecível de fora: “vê-se nos micromovimentos, na forma de falar, no movimento dos olhos, na dispersão que se manifesta nos movimentos”. Uma pessoa presente tem uma qualidade diferente no gesto, no olhar, na postura: é como se o seu corpo estivesse inteiramente habitado pela intenção.

    A presença é uma competência treinável, que produz efeitos imediatos e verificáveis. “Todas as vezes que fazemos presença, mudamos a situação… estamos numa conferência, começamos a estar mais presentes e imediatamente temos um resultado diferente”. Este poder transformador é a razão pela qual a presença é considerada o fundamento de toda prática avançada, desde o magnetismo pessoal à hipnose instantânea, até ao rapport magnético.

    A presença não é um transe

    Um ponto crucial, muitas vezes mal compreendido, é a relação entre presença e transe. O Dr. Paret é categórico: “A presença não é um transe: é um não-transe. Saem das vossas projeções mentais, que ocupam a vossa mente todos os dias, e nesse momento estão efetivamente ali”. Enquanto o transe clássico implica um estreitamento do estado de consciência, a presença é uma expansão: está-se mais lúcido, mais desperto, mais consciente. É o polo complementar daquilo a que a tradição magnética chamava “état d’autonomie”, descrito por Puységur e estudado por Méheust: no sonambulismo lúcido, o sujeito goza de uma faculdade percetiva aumentada.

    O não-transe de Paret leva este princípio à sua expressão mais pura: máxima lucidez, fora das projeções mentais habituais. A mente comum está ocupada por um fluxo contínuo de pensamentos sobre o futuro imaginário e o passado já ausente. A presença é o ato de sair desse fluxo, para despertar completamente para o que é. É uma diferença subtil mas essencial, que separa a presença de qualquer forma de hipnose ou sugestão.

    Esta distinção tem implicações práticas enormes. Se a presença fosse um transe, seria um estado passivo, sofrido. Em vez disso, é uma conquista ativa, uma disciplina que exige exercício e consciência. É a base sobre a qual se constroem todas as outras competências, desde o Mesmerismus® às práticas mais avançadas de crescimento pessoal. A presença é a condição de possibilidade de qualquer outra habilidade: sem ela, qualquer técnica permanece mecânica e ineficaz.

    Uma condição documentada na tradição magnética

    A centralidade do estado do operador é um princípio que atravessa toda a literatura magnética, desde sempre. A Biblioteca Magnética documenta essa higiene interior com precisão. Já no século XVIII, os autores tinham compreendido que a eficácia da ação dependia da qualidade da presença de quem operava. Era a condição preliminar de toda prática.

    “Quando si è in presenza di un malato, per magnetizzare bene bisogna avere lo spirito esente da ogni preoccupazione, non pensare assolutamente che a…” — Olivier Joseph, «Traité de magnétisme»

    Essa exigência de calma e concentração é uma necessidade prática. O magnetizador que opera com a mente dispersa obtém resultados, porque a sua energia está fragmentada. A tradição sabia-o bem, como testemunha outra passagem: “Poiché, secondo i dati dei magnetizzatori, l’azione dell’operatore è dolce, benevola, il che suppone il calmo del suo spirito” (Frere, «Examen du magnétisme animal»).

    “Per operare nelle condizioni più favorevoli, il magnetizzatore, oltre a un vivo desiderio di fare del bene, deve possedere il calmo…” — Rosen, Dufaure, «Le Magnétisme curatif au foyer»

    A presença é também o segredo do passaggio di stato: “Ottenuto lo stato magnetico, e specialmente il sonnambulismo, in un soggetto, non è più necessario adoperare l’imposizione…” (não identificado, «Del magnetismo animale ossia mesmerism»). A qualidade da presença do operador é o que torna possível o contato, mesmo à distância: “Altri non solo col contatto immediato, ma anche a distanza, per un atto della volontà, mutandosi reciprocamente il loro modo…” (não identificado, «La salute»). Esta documentação histórica confirma que a presença é uma lei universal, redescoberta e reapresentada em chave moderna pelo Dr. Paret.

    «est en présence d’un malade pour bien magnétiser il faut avoir l’esprit exempt de toute préoccupation ne ; penser absolument qu’à »
    Trad.: «Quando si è in presenza di un malato, per magnetizzare bene bisogna avere lo spirito esente da ogni preoccupaz» (Olivier Joseph, «Traité de magnétisme»)

    A base está no corpo

    A porta de entrada para a presença é o corpo. “É preciso partir de algo corporal… se sentimos os nossos pés, se sentimos o nosso corpo, partimos de uma base sólida”, afirma o Dr. Paret. Esta indicação é precisa: o corpo é o único ponto de ancoragem no presente. Os pensamentos podem viajar no tempo, mas o corpo está sempre aqui e agora. Sentir os pés no chão, a respiração, o peso do corpo na cadeira: são estes os primeiros passos para sair das projeções mentais.

    A presença autêntica exige um equilíbrio harmonioso entre o sistema simpático e o parassimpático. “Na presença há uma utilização harmoniosa do simpático e do parassimpático… há pessoas que vão tensas demais ao estar presentes porque estão atentas demais: a presença deve ser fluida — presença relaxada, diz-se”. Este é um ponto que distingue a presença da simples concentração: a concentração é muitas vezes tensa, esforçada, enquanto a presença é vigilante e ao mesmo tempo relaxada. É um estado de segurança fisiológica, como descrito pela teoria polivagal, em que o corpo se sente seguro e pode, portanto, estar plenamente aberto ao ambiente.

    O erro mais comum é precisamente a “presença tensa“: quem está atento demais, contraído demais, perde a fluidez que torna a presença eficaz. A presença relaxada é, pelo contrário, um estado de calma ativa, em que a atenção é plena mas o corpo está macio. Esta qualidade pode observar-se nos grandes mestres: os seus movimentos são económicos, precisos, sem esforço aparente. É a mesma qualidade que torna possível a hipnose instantânea, onde o operador deve estar presente mas relaxado, concentrado mas flexível.

    Presença e tempo

    Já vos aconteceu viver um momento sem olhar para o relógio, sentindo que o tempo para?

    Um dos efeitos mais surpreendentes da presença é a perceção do tempo que se dilata. “O tempo abranda: levamos a atenção para o presente, enquanto normalmente estamos dispersos entre um futuro imaginário e um passado que já não existe: temos mais espaço no momento atual”. Esta é uma experiência concreta, que quem pratica a presença conhece bem. Quando se está plenamente presente, os acontecimentos parecem ocorrer com uma lentidão que permite responder com calma e precisão.

    O Dr. Paret conta uma anedota exemplar, que lhe foi referida por Bruno De Michelis, um mestre de artes marciais que alcançou os topos mundiais: “Bruno De Michelis contava-me que lhe parecia que o outro chegava com o golpe muito lentamente, enquanto ele respondia a velocidade normal: por isso se viu a vencer, chegando aos topos mundiais”. Este testemunho, relatado por Paret, ilustra perfeitamente a vantagem temporal da presença: percebe-se o tempo de forma diferente, e isso permite agir com maior eficácia.

    A investigação contemporânea sobre a atenção e a perceção temporal confirma que o estado de presença modifica a experiência do tempo. Quando a atenção está focada no presente, o tempo subjetivo dilata-se, e isto pode melhorar o desempenho em muitos domínios, do desporto à performance artística. Seria útil aprofundar a investigação para explorar sistematicamente estes efeitos, mas a experiência acumulada pela tradição e pela escola é já um testemunho precioso.

    Para além do magnetismo: o crescimento individual

    A presença é uma porta para uma dimensão mais profunda do ser. “A certo ponto há um terreno que vai para além do magnetismo pessoal: nasce o chamado crescimento individual, e há dimensões que não são tangíveis mas são sensíveis dentro de nós mesmos”. Estas dimensões percebem-se com clareza interior. São o território do crescimento autêntico, onde a pessoa desenvolve qualidades que vão para além das habilidades técnicas.

    O mundo contemporâneo, porém, é estruturalmente anti-presença. “O mundo atual é anti-presença: muitos estímulos tentam levar as pessoas para fora da sua presença. Nós estamos a travar uma batalha para ajudar as pessoas a serem elas mesmas”. Esta batalha é o coração da missão da escola ISI-CNV: trazer as pessoas de volta ao contacto com a sua própria essência, para além do ruído e da distração. A presença é a arma mais poderosa nesta batalha, porque é o que permite ser-se a si mesmo num mundo que empurra constantemente para o exterior.

    Os efeitos da presença nas relações são imediatos e profundos. “Quando estão presentes, uma pessoa agressiva é menos agressiva: podem mudar tudo o que está à vossa volta”. Este poder transformador está documentado por séculos de literatura, dos magnetistas às tradições contemplativas: a presença de uma pessoa calma e centrada tem um efeito regulador no ambiente circundante. É um mistério documentado, mas por isso mesmo real: a presença transforma as situações, e isto é atestado por inúmeros testemunhos.

    Presença e mindfulness

    A relação com as escolas de mindfulness é de respeito e diferenciação. “O que dizem as escolas de mindfulness está certo, mas a atenção ao corpo não é tão forte como deveria ser… derivam de tradições de yoga onde também se praticava o hatha yoga: a mindfulness sem trabalho corporal não dá esse elemento estabilizador. A nossa tradição trabalha verdadeiramente nessa direção”. Esta posição é complementar: reconhece o valor da mindfulness e ao mesmo tempo sublinha a importância do trabalho corporal como elemento estabilizador.

    A diferença fundamental está na ênfase no corpo. Enquanto muitas práticas de mindfulness se concentram na atenção à respiração ou aos pensamentos, a tradição da escola ISI-CNV coloca o corpo como base sólida e concreta. Sentir os pés, as mãos, o corpo inteiro: este é o fundamento que torna a presença estável e duradoura. O corpo é o próprio veículo da presença, um elemento essencial.

    Esta integração entre mente e corpo é o que torna a presença da escola particularmente eficaz. Trata-se de uma prática concreta, de uma encarnação concreta. O trabalho corporal é a raiz que permite à presença florescer e sustentar todas as outras práticas, do magnetismo pessoal ao rapport magnético.

    Aprender a presença

    O segredo para aprender a presença é simples e ao alcance de todos. “Preste atenção em si mesmo: você pode começar prestando atenção a uma parte do seu corpo — um pé ou uma mão — e manter essa presença o tempo todo”. Esse é o segredo revelado: basta a decisão de levar a atenção ao corpo e mantê-la. É um exercício que pode ser feito em qualquer lugar, a qualquer momento, e que produz resultados imediatos.

    Outra ferramenta poderosa é o espelho. “Preste atenção em si mesmo; depois trabalhe com o espelho: o espelho reforça muito as práticas de presença”. O espelho permite observar a própria presença de fora, ver os micromovimentos, a qualidade do olhar, a postura. É um feedback imediato que ajuda a refinar a prática. Para quem quiser se aprofundar, o canal do YouTube da escola oferece material precioso para orientar o treinamento.

    A escola ISI-CNV do Dr. Marco Paret oferece um percurso estruturado para desenvolver a presença de forma sistemática. Trata-se de aprender uma técnica e, ao mesmo tempo, empreender um caminho de crescimento que toca todas as dimensões da pessoa. A presença é o fundamento sobre o qual se constrói qualquer outra habilidade, do Mesmerismus® às práticas mais avançadas. É uma descoberta que muda a vida, como testemunham os alunos da escola.

    Perguntas frequentes

    Quanto tempo é necessário para aprender a presença?

    A presença é uma competência que se desenvolve gradualmente, mas os primeiros resultados podem ser imediatos. Mesmo apenas alguns minutos de atenção ao corpo podem produzir uma mudança perceptível. A prática constante, ainda que breve mas diária, leva a resultados estáveis e duradouros. A escola oferece percursos estruturados para acompanhar esse desenvolvimento.

    A presença pode ser útil na vida cotidiana?

    Absolutamente sim. A presença melhora a qualidade de cada atividade, do trabalho às relações pessoais. Estar presente permite ouvir melhor, responder com mais calma e tomar decisões mais conscientes. É uma competência transversal que potencializa todas as outras habilidades.

    Existe diferença entre presença e concentração?

    Sim, a diferença é fundamental. A concentração é frequentemente tensa e esforçada, enquanto a presença é relaxada e fluida. A presença é um estado de atenção aberta, que inclui o corpo e o ambiente, enquanto a concentração é focada em um único ponto. A presença é mais ampla e mais estável.

    A presença é uma forma de transe?

    Pelo contrário, é exatamente o oposto. A presença é um não-transe: sai-se das projeções mentais para estar plenamente no presente. É um estado de consciência ampliado, uma expansão da lucidez. É o polo complementar ao transe magnético, mas com características opostas.

    A presença tem efeitos na saúde?

    A presença, favorecendo o equilíbrio entre simpático e parassimpático, pode contribuir para um estado de bem-estar geral. Para questões específicas de saúde, é sempre oportuno consultar um médico. A presença é uma prática de crescimento pessoal, um complemento ao tratamento de saúde.

    A pesquisa sobre a presença

    A presença é uma dimensão que merece maior investigação científica. “A presença dá acesso como a uma dimensão diferente: leva ao centro e desenvolve mais potentemente todas as dotes mentais. O cérebro normalmente está desequilibrado na espera de um futuro, e não pode aproveitar totalmente a si mesmo”. Essa intuição, que vem de uma longa tradição prática, poderia abrir novos caminhos para a pesquisa neurocientífica.

    Um ponto metodológico crucial é que para estudar a presença são necessárias pessoas presentes. “Para fazer essas análises é preciso partir de pessoas presentes: não se pode partir com pessoas ausentes”. Esse é o mesmo princípio que Méheust aplicava ao estudo dos fenômenos magnéticos: o fenômeno requer as condições certas para ser observado. A presença é a condição de possibilidade de toda investigação sobre ela.

    A presença pode ajudar com ansiedade ou problemas de saúde?
    A presença é uma qualidade da atenção e uma prática de desenvolvimento pessoal. Para questões de saúde e patologias é necessário recorrer a profissionais de saúde habilitados.

    A escola ISI-CNV se propõe como um lugar onde essa pesquisa pode ser conduzida, unindo a sabedoria da tradição com o rigor do método científico. A presença é um território ainda em grande parte inexplorado, mas os testemunhos de quem a pratica são um convite a investigar mais a fundo. O mistério documentado da presença que transforma as situações é uma porta aberta para uma compreensão mais profunda da mente humana.

    Aprofundamento: Comunicação não verbal magnética: o que é e seus segredos revelados.

    Aprofundamento: Alquimia interior: o que é, suas tradições e seus segredos revelados.

  • Presence: What It Is, How to Develop It, and Its Secrets Revealed

    This article is also available in Italian: versione italiana.

    What Is Presence?

    Have you ever reached the end of the day without really remembering what you did, as if you had drifted through the hours on autopilot? Presence is the exact opposite of this scattered state: it is the quality of someone who fully inhabits the moment, with a vigilant attention that is also relaxed, toward what happens within and around oneself. Dr. Marco Paret, founder of the ISI-CNV school, defines it with precision: “A present person is attentive to what is happening around them and perceives a temporal variation compared to others: they are able to do more things in the time that passes”. This means living in a different temporal dimension, denser and richer, where actions unfold naturally and effectively.

    You may have walked into a room and felt you had more impact than usual, with every gaze turning toward you. This presence is felt in the body: the spine lengthens, the chest opens, and the step becomes decisive. Your energy field expands, your voice tone deepens, and the silence around you becomes part of your message.

    Students of the school describe this experience “as the fundamental discovery of their lives”. It is an accurate description: when you first experience a state of authentic presence, you understand how much time and energy are wasted on thoughts directed toward the past or the future. Presence is recognizable from the outside: “you can see it in the micro-movements, in how one speaks, in how one moves the eyes, in the dispersion shown through movements”. A present person has a different quality in gesture, gaze, and posture: it is as if their body were entirely inhabited by intention.

    Presence is a trainable skill that produces immediate and verifiable effects. “Every time we practice presence, we change the situation… we are at a conference, we begin to be more present, and immediately we get a different result”. This transformative power is why presence is considered the foundation of every advanced practice, from personal magnetism to instant hypnosis, up to magnetic rapport.

    Presence Is Not a Trance

    A crucial point, often misunderstood, is the relationship between presence and trance. Dr. Paret is categorical: “Presence is not a trance: it is a NON-trance. You step out of your mental projections, which occupy your mind every day, and in that moment you are truly there”. While classical trance implies a narrowing of the state of consciousness, presence is an expansion: you are more lucid, more awake, more aware. It is the complementary pole to what the magnetic tradition called “état d’autonomie”, described by Puységur and studied by Méheust: in lucid somnambulism, the subject enjoys an enhanced perceptual faculty.

    Paret’s non-trance brings this principle to its purest expression: maximum lucidity, free from habitual mental projections. The ordinary mind is occupied by a continuous stream of thoughts about an imaginary future and a past that is no longer here. Presence is the act of stepping out of this stream, to fully awaken to what is. It is a subtle but essential difference that separates presence from every form of hypnosis or suggestion.

    This distinction has enormous practical implications. If presence were a trance, it would be a passive state, something undergone. Instead, it is an active achievement, a discipline that requires practice and awareness. It is the foundation upon which all other skills are built, from Mesmerismus® to the most advanced practices of personal growth. Presence is the condition of possibility for every other ability: without it, any technique remains mechanical and ineffective.

    A Condition Documented in the Magnetic Tradition

    The centrality of the operator’s state is a principle that runs through all magnetic literature, from the very beginning. The Biblioteca Magnetica documents this inner hygiene with precision. Already in the eighteenth century, authors understood that the effectiveness of the action depended on the quality of presence of the one operating. It was the preliminary condition of every practice.

    “Quando si è in presenza di un malato, per magnetizzare bene bisogna avere lo spirito esente da ogni preoccupazione, non pensare assolutamente che a…” — Olivier Joseph, «Traité de magnétisme»

    This need for calm and concentration is a practical necessity. The magnetizer who operates with a scattered mind gets results, because their energy is fragmented. The tradition knew this well, as another passage testifies: “Since, according to the data of the magnetizers, the operator’s action is gentle, benevolent, which presupposes the calm of their spirit” (Frere, «Examen du magnétisme animal»).

    “Per operare nelle condizioni più favorevoli, il magnetizzatore, oltre a un vivo desiderio di fare del bene, deve possedere il calmo…” — Rosen, Dufaure, «Le Magnétisme curatif au foyer»

    Presence is also the secret of the state transition: “Once the magnetic state has been obtained, and especially somnambulism, in a subject, it is no longer necessary to use imposition…” (unidentified, «Del magnetismo animale ossia mesmerism»). The quality of the operator’s presence is what makes contact possible, even at a distance: “Others not only with immediate contact, but also at a distance, through an act of will, mutually changing their way…” (unidentified, «La salute»). This historical documentation confirms that presence is a universal law, rediscovered and reproposed in a modern key by Dr. Paret.

    «est en présence d’un malade pour bien magnétiser il faut avoir l’esprit exempt de toute préoccupation ne ; penser absolument qu’à »
    — transl.: «When in the presence of a patient, to magnetize well one must have the spirit free from every preoccupation, thinking absolutely only of…» (Olivier Joseph, «Traité de magnétisme»)

    The Foundation Is in the Body

    The gateway to presence is the body. “We must start from something physical… if we feel our feet, if we feel our body, we start from a solid foundation”, states Dr. Paret. This instruction is precise: the body is the only point of anchoring in the present. Thoughts can travel through time, but the body is always here and now. Feeling your feet on the ground, your breath, the weight of your body on the chair: these are the first steps to step out of mental projections.

    Authentic presence requires a harmonious balance between the sympathetic and parasympathetic systems. “In presence, there is a harmonious use of the sympathetic and parasympathetic… some people go into presence too tense because they are too focused: presence must be fluid — relaxed presence, as they say”. This is what distinguishes presence from mere concentration: concentration is often tense, strained, while presence is alert yet relaxed. It is a state of physiological safety, as described by polyvagal theory, in which the body feels safe and can therefore be fully open to the environment.

    The most common mistake is precisely “tense presence“: those who are too attentive, too contracted, lose the fluidity that makes presence effective. Relaxed presence, on the other hand, is a state of active calm, where attention is full but the body is soft. This quality can be observed in the great masters: their movements are economical, precise, with no apparent effort. It is the same quality that makes instant hypnosis possible, where the practitioner must be present but relaxed, focused but flexible.

    Presence and Time

    Have you ever experienced a moment without looking at the clock, feeling that time stands still?

    One of the most striking effects of presence is the perception of time expanding. “Time slows down: we bring our attention into the present, while normally we are scattered between an imaginary future and a past that no longer exists: we have more space in the present moment”. This is a concrete experience, well known to those who practice presence. When one is fully present, events seem to unfold with a slowness that allows for calm and precise responses.

    Dr. Paret recounts an exemplary anecdote, told to him by Bruno De Michelis, a martial arts master who reached the top of the world rankings: “Bruno De Michelis told me that his opponent seemed to arrive with the strike very slowly, while he responded at normal speed: that is why he found himself winning, reaching the world’s top levels”. This testimony, reported by Paret, perfectly illustrates the temporal advantage of presence: one perceives time differently, and this allows for greater effectiveness in action.

    Contemporary research on attention and time perception confirms that the state of presence alters the experience of time. When attention is focused on the present, subjective time expands, and this can improve performance in many fields, from sports to artistic performance. Further investigation would be valuable to systematically explore these effects, but the experience accumulated by tradition and by the school is already a precious testimony.

    Beyond Magnetism: Individual Growth

    Presence is a door to a deeper dimension of being. “At a certain point there is a ground that goes beyond personal magnetism: what is called individual growth is born, and there are dimensions that are not tangible yet are perceptible within ourselves”. These dimensions are perceived with inner clarity. They are the territory of authentic growth, where a person develops qualities that go beyond technical skills.

    The contemporary world, however, is structurally anti-presence. “The current world is anti-presence: a flood of stimuli tries to pull people out of their presence. We are fighting a battle to help people be themselves”. This battle is the heart of the ISI-CNV school’s mission: bringing people back into contact with their own essence, beyond the noise and distraction. Presence is the most powerful weapon in this battle, because it is what allows one to be oneself in a world that constantly pushes outward.

    The effects of presence on relationships are immediate and profound. “When you are present, an aggressive person is less aggressive: you can change everything around you”. This transformative power is documented by centuries of literature, from the magnetists to the contemplative traditions: the presence of a calm, centered person has a regulating effect on the surrounding environment. It is a documented mystery, but for that very reason real: presence transforms situations, and this is attested by countless accounts.

    Presence and Mindfulness

    The relationship with mindfulness schools is one of respect and differentiation. “What the mindfulness schools say is right, but the attention on the body is not as strong as it should be… they derive from yoga traditions where hatha yoga was also practiced: mindfulness without body work does not provide that stabilizing element. Our tradition truly works in this direction”. This position is complementary: it acknowledges the value of mindfulness while emphasizing the importance of body work as a stabilizing element.

    The fundamental difference lies in the emphasis on the body. While many mindfulness practices focus on attention to the breath or thoughts, the ISI-CNV school tradition places the body as a solid, concrete foundation. Feeling the feet, the hands, the whole body: this is the foundation that makes presence stable and lasting. The body is the very vehicle of presence, an essential element.

    This integration of mind and body is what makes the school’s presence particularly effective. It is a concrete practice, a living embodiment. Body work is the root that allows presence to flourish and to support all other practices, from personal magnetism to magnetic rapport.

    Learning Presence

    The secret to learning presence is simple and within everyone’s reach. “Pay attention to yourself: you can begin by paying attention to one part of your body — a foot or a hand — and maintain this presence at all times”. This is the secret revealed: it simply takes the decision to bring attention to the body and to keep it there. It is an exercise that can be done anywhere, at any moment, and that produces immediate results.

    Another powerful tool is the mirror. “Pay attention to yourself; then work with the mirror: the mirror greatly reinforces presence practices”. The mirror allows you to observe your own presence from the outside, to see micro-movements, the quality of the gaze, the posture. It is immediate feedback that helps refine the practice. For those who wish to go deeper, the school’s YouTube channel offers valuable material to guide the training.

    The ISI-CNV school of Dr. Marco Paret offers a structured path for developing presence systematically. It is about learning a technique and, at the same time, undertaking a journey of growth that touches all dimensions of the person. Presence is the foundation upon which every other skill is built, from Mesmerismus® to the most advanced practices. It is a discovery that changes lives, as the school’s students testify.

    Frequently Asked Questions

    How long does it take to learn presence?

    Presence is a skill that develops gradually, but the first results can be immediate. Even just a few minutes of attention to the body can produce a noticeable change. Consistent practice, even brief but daily, leads to stable, lasting results. The school offers structured paths to support this development.

    Can presence be useful in everyday life?

    Absolutely. Presence improves the quality of every activity, from work to personal relationships. Being present allows you to listen better, to respond with more calm, and to make more conscious decisions. It is a cross-cutting skill that enhances all other abilities.

    Is there a difference between presence and concentration?

    Yes, the difference is fundamental. Concentration is often tense and effortful, while presence is relaxed and fluid. Presence is a state of open attention, which includes the body and the environment, while concentration is focused on a single point. Presence is broader and more stable.

    Is presence a form of trance?

    Quite the opposite — it is exactly the opposite. Presence is a non-trance: you step out of mental projections to be fully in the present. It is an expanded state of consciousness, an expansion of lucidity. It is the complementary pole to magnetic trance, but with opposite characteristics.

    Does presence have effects on health?

    By fostering balance between the sympathetic and parasympathetic systems, presence can contribute to a state of general well-being. For specific health concerns, it is always advisable to consult a physician. Presence is a practice of personal growth, a complement to medical treatment.

    Research on Presence

    Presence is a dimension that warrants further scientific investigation. “Presence gives access to a different dimension, as it were: it brings you to the center and develops all mental faculties more powerfully. The brain is normally unbalanced in anticipation of a future, and cannot fully utilize itself”. This insight, which comes from a long practical tradition, could open new avenues for neuroscientific research.

    A crucial methodological point is that studying presence requires present people. “To conduct these analyses, one must start with people who are present: you cannot start with people who are absent”. This is the same principle Méheust applied to the study of magnetic phenomena: the phenomenon requires the right conditions to be observed. Presence is the condition of possibility for any investigation into it.

    Can presence help with anxiety or health problems?
    Presence is a quality of attention and a practice of personal development. For health issues and pathologies, it is necessary to consult qualified healthcare professionals.

    The ISI-CNV school aims to be a place where this research can be conducted, combining the wisdom of tradition with the rigor of the scientific method. Presence is a territory still largely unexplored, but the testimonies of those who practice it are an invitation to investigate more deeply. The documented mystery of presence transforming situations is an open door toward a deeper understanding of the human mind.

    Further reading: Magnetic non-verbal communication: what it is and its secrets revealed.

    Further reading: Inner alchemy: what it is, its traditions and its secrets revealed.

  • Instant Hypnosis: What It Is, How It Works, and Its Secrets Revealed

    This article is also available in Italian: versione italiana.


    What Instant Hypnosis Is

    Have you ever seen someone “switch off” in a second, as if someone had flipped a switch? Instant hypnosis is exactly that: an induction method that brings the subject into a trance state in a surprisingly short time, often within two or three seconds, sometimes with a single gaze. It is a specific technical skill, documented in the magnetic and hypnotic tradition, requiring particular preparation and a deep understanding of the mechanisms of attention and suggestion, and it finds its fullest expression in live practice.

    You may have experienced a sudden shift in mood, or fallen asleep abruptly, and the transition happens in an instant. This rapid shift is the foundation of instant hypnosis, and your nervous system already knows how to do it. Try to recall the last time: the breath changes, the body lets go, and thought comes to a standstill.

    Dr. Marco Paret, director of the ISI-CNV school at neurolinguistic.com, quickly clears up a terminological misunderstanding: “Instant means you do it in an instant: in reality, it takes two or three seconds”. It’s about precision. At a conference, he recounts: “I just looked at a person and they fell, as if instantly”. This extreme rapidity is a skill that fits into a broader framework of knowledge, where speed is just one of many dimensions to master.

    The history of this technique is rooted in nineteenth-century animal magnetism, where some practitioners discovered that a fixed gaze and silence could produce immediate and profound effects. Today, instant hypnosis is studied and taught as a discipline in its own right, with its own rules, timings, and secrets. In this article, we will explore the foundations, historical references, and scientific evidence of this phenomenon, seeking to understand what really happens in those few seconds that separate the waking state from trance.

    A Documented Phenomenon: From Donato to Di Pisa

    The history of instant hypnosis is marked by figures who experimented with and documented this ability. One of the most important names is Donato, a Belgian magnetizer of the nineteenth century, who amazed European audiences with his demonstrations of “fascination expérimentale”. According to the account by Moréty, reported in “Le Magnétisme triomphant”:

    “C’est Donato qui, le premier, en fixant ses yeux sur ceux des sujets sensibles, a provoqué l’apparition d’un état particulier, nettement différent du sommeil magnétique ordinaire” — It was Donato who, first, by fixing his eyes on those of sensitive subjects, brought about the appearance of a particular state, clearly different from ordinary magnetic sleep.
    Transl.: «It was Donato who, first, by fixing his eyes on those of sensitive subjects, brought about the appearance of» (Moréty, «Le Magnétisme triomphant»)

    Donato himself proudly claimed the novelty of his method: “La Fascination expérimentale est, en vérité, un nouveau procédé de magnétisation, et je suis l’inventeur incontesté de mon procédé” — Experimental Fascination is, in truth, a new procedure of magnetization, and I am the undisputed inventor of my procedure. This declaration, reported in the same volume, testifies to the awareness of having discovered something different from earlier practices, a method that worked with a speed never seen before.

    Another important reference is the tradition of Di Pisa, an Italian hypnotist of the twentieth century who, as Dr. Paret recounts, “received people in his studio and often worked on them standing up, achieving quick and rapid results with all his subjects”. This operational mode, far from the classic studio settings with a couch and dim light, shows that rapidity is a genuine therapeutic strategy. Giulio Belfiore, in his “Magnetismo ed ipnotismo“, also cites a method so simple “that no one notices it”, capable of realizing all the applications of known magnetism.

    «La Fascination expérimentale est, en vérité, un nouveau procédé de magnétisation, et je suis l’inventeur incontesté de mon procédé»
    Transl.: «Experimental Fascination is, in truth, a new procedure of magnetization, and I am the undisputed inventor of» (Donato, quoted in «Le Magnétisme triomphant (quotation from»)

    «« With a method so simple, adds Figuier, that no one notices it, he achieves all the applications of known magnetism» (Belfiore, Giulio, «Magnetismo ed ipnotismo»)

    A Thought-Provoking Observation: Virgilio and the Bodyguard

    Have you ever seen someone freeze for a moment simply because you spoke to them with a firm, calm voice?

    There is an anecdote, passed down by Dr. Paret, that sheds surprising light on the nature of this technique. Virgilio, a famous Italian hypnotist of the twentieth century, performed a singular exercise: tying the hands of a bodyguard. “The first two times, the hands wouldn’t tie: he didn’t get blocked. The third time, he put the energy in, and at that moment the person was blocked; then he woke them up and they remembered nothing”. This episode, seemingly simple, contains a fundamental lesson.

    Paret’s interpretation is illuminating: “If it had been mere suggestion, the third time he would have been even more unblocked than the first two; instead, with an apparently very similar action, on the third time the subject was completely blocked. This shows it’s a different technique”. Something more subtle comes into play: an energetic quality, a presence, an inner decision on the part of the operator that radically changes the outcome of the interaction.

    This anecdote, which we might call a field observation, opens a window onto a mystery that scientific research has yet to largely clarify. The difference between a gesture that produces profound effects and one that is apparently identical but produces minimal ones points to variables still to be isolated and measured. Further dedicated investigation into this phenomenon would be valuable, to understand which specific factors determine the shift from non-effect to full effect.

    The reflection of Méheust, a French scholar of magnetic phenomena, helps contextualize: the debate between magnetism and institutional hypnosis has largely remained to be addressed systematically. The diverse phenomenologies produced by different methods are a key to interpretation. If magnetizers often induced in silence and in an instant, while academic hypnotists used long, verbal procedures, it is logical that the observed results would differ. “Le procès en question n’a jamais eu lieu” — the trial in question has remained pending — writes Méheust, and this gap has left open a fundamental chapter in the history of psychology.


    How It Works: The Moment, the Silence, the Inner Energy

    Dr. Paret is clear: “it’s a combination of elements: a person must master several dimensions to achieve the result to the fullest”. You need to develop a set of intertwined skills. The first element is the right moment: “The instantaneous approach should be used when you see the subject is ready… often this allows you to take them deeper, overcoming many mental blocks”. The subject must be in a particular state of attention, “attentive to what we are saying”, as Paret emphasizes.

    Silence plays a crucial role. “Normally I don’t speak, because the subject is more focused that way”, Paret reveals. This statement echoes the practices of nineteenth-century magnetizers, who often worked in silence, and finds confirmation in the tradition documented by Papus in “L’Initiation”, where “l’induction de l’anesthésie suggestive par la méthode égoïste : induction pour respiration” is recommended — the induction of suggestive anesthesia using the egoistic method: induction through breathing. Silence is full presence: it allows the subject to connect with their internal sensations without distractions.

    But the most important ingredient, the secret Paret reveals without hesitation, is another: “developing inner energy: the strength, the capacity to intervene”. It is a concrete quality that is trained and developed. “Those who think too much achieve less”, Paret warns, indicating that excessive cognitive processing on the operator’s part interferes with the ability to act effectively. The inner energy is what allowed Virgilio to move from no effect to full effect on the third trial.


    In this video, Dr. Paret illustrates some practical aspects of instantaneous hypnosis with open eyes, linking his practice to the Di Pisa tradition and the more ancient hypnotic fascination. The demonstration shows how the technique relies on a stage presence and an ability to read the subject that go far beyond the simple execution of a protocol.

    Instantaneous or Progressive?

    The choice between instantaneous and progressive induction is a matter of context and goal. Paret is explicit: “In live practice, speed is the norm; in the studio, with some people, a slow approach may also be preferred”. Speed is a resource that activates when conditions require it. In a clinical setting, for example, a slow, gradual induction may be more suitable for anxious subjects or those who are particularly guarded, while the instantaneous approach can be useful for overcoming mental blocks or working with experienced subjects.

    Fascination, in particular, represents the fastest method available. “Fascination is the fastest method by which hypnosis can be induced: by looking directly at the subject, they can very quickly go within themselves”, Paret states. This technique, based on direct and prolonged eye contact, is documented since the nineteenth century and represents the heart of instantaneous hypnosis. The connection with non-verbal hypnosis is evident: communication flows through channels other than words.

    Memory, in this context, deserves special attention. Paret clarifies: “memory loss is more related to what is done during hypnosis than to the inductive technique itself”. In other words, post-hypnotic amnesia is the result of specific suggestions or processes that occur during trance, rather than an automatic consequence of the speed of induction. This finding, confirmed by clinical practice, debunks some common misconceptions about instantaneous hypnosis.

    What the Research Says

    Scientific research on instantaneous hypnosis is still limited, but some studies offer interesting insights. Jiang’s 2017 research examined the neural bases of hypnosis, while studies by Hirsch (2017) and Koike (2019) investigated the effects of direct eye contact on cognitive processes and interpersonal synchronization. These works, though addressing instantaneous hypnosis indirectly, provide clues about the mechanisms that might be involved.

    The polyvagal perspective, developed by Stephen Porges, offers a useful theoretical framework for understanding the rapid state shift that occurs during instantaneous induction. According to this theory, the autonomic nervous system can quickly move from a state of sympathetic activation (fight or flight) to one of ventral vagal activation (calm and connection) through specific stimuli, such as eye contact and vocal prosody. These mechanisms could explain the speed with which a subject enters trance.

    Dr. Paret, for his part, emphasizes a fundamental methodological difference: “university experiments are conducted with other types of induction: so they see other types of results, because the induction itself also produces different outcomes”. This observation, echoing Méheust’s reflections on the enigma of contradictory corpora, calls for interpretive caution: findings from academic research on hypnosis require careful generalization to all forms of induction, particularly instantaneous and non-verbal ones. Further investigation would be valuable to address this gap.

    The magnetic tradition, moreover, offers valuable testimony. Caroli, in his “Del magnetismo animale ossia mesmerism”, observes: “Quando lo stato magnetico, e specialmente il sonnambulismo, è stato ottenuto più volte in un soggetto, non è più necessario…” — the sentence, unfortunately incomplete in the original text, suggests that the repetition of inductions makes the subject increasingly receptive, a finding that resonates with modern clinical practice. Induction speed, in short, increases with experience, both for the subject and the operator.

    Learning Instant Hypnosis

    Dr. Paret points to a precise path: “work with the mirror, with the exercises I explain on my YouTube channel”. The mirror, which was also Virgil’s exercise, is a fundamental tool for developing stage presence and the ability to fix one’s gaze. Looking into your own eyes in the mirror, holding your gaze without blinking, learning to modulate your inner energy: these are the first steps on a journey that leads to mastery of instant hypnosis.

    These preparatory exercises connect directly to personal magnetism, that quality of presence that makes an operator effective regardless of the specific technique used. Personal magnetism is a skill that develops through training and awareness. Gaze hypnosis is one of its most powerful manifestations.

    The safety of these practices is an element that must be emphasized clearly. As with any form of hypnosis, the subject retains self-control and preserves their own will. The hypnotic trance, even when induced instantly, is a natural and reversible state, carrying minimal risks when practiced by competent operators. The frame of reference is the classic one of hypnosis: a tool for exploration and change, a means for well-being.

    Frequently Asked Questions

    Does instant hypnosis work on everyone? No, hypnotic susceptibility varies from person to person. Some subjects enter trance very quickly, others require longer times or different approaches. Instant hypnosis is particularly effective with subjects who are already experienced or particularly receptive.

    Is it dangerous? Any induction or hypnosis is absolutely safe, as Dr. Paret states. The person remains in control of themselves and maintains control over their actions. However, it is important that hypnosis, in any form, be practiced by competent professionals. For clinical and therapeutic uses, it is necessary to consult licensed healthcare professionals.

    Can I learn it on my own? The basic exercises, such as mirror work, can be practiced independently. However, for complete mastery of the technique and for professional applications, it is advisable to follow a structured training program with a qualified instructor.

    What is the difference from traditional hypnosis? The main difference is the speed of induction, but also the communicative mode: instant hypnosis relies primarily on non-verbal channels, such as gaze and presence, while traditional hypnosis often uses prolonged verbal suggestions.

    How long does an instantly induced trance last? The duration depends on the type of work to be done and the speed of induction. Once in trance, the subject can remain in that state for as long as necessary, just as with any other inductive technique.

    The Open Question

    Instant hypnosis remains partly a mystery. We know it works, we know it has a documented history, we know it requires specific skills. But the precise mechanism that allows an individual to enter trance in a few seconds, through a simple gaze or an apparently trivial gesture, is still largely to be clarified by science. The difference between Virgil’s first two attempts, which failed, and the third, which succeeded, still eludes a reductionist explanation.

    What is certain is that there exists a dimension of human interaction that goes beyond words and protocols, a dimension that nineteenth-century magnetizers knew well and that modern research is beginning to rediscover. Silence, gaze, the operator’s inner energy: these are the elements that, combined, make instantaneity possible. And perhaps, as Méheust suggests, the process is real even if our understanding is still partial: “Je l’ignore mais le processus est bien réel” — I do not know, but the process is quite real.

    The history of instant hypnosis is a history of practice and observation, of documented phenomena and theories to be built. It is a history that spans the centuries, from Donato to Di Pisa, from Virgil to the present day, and that continues to challenge those who study consciousness and suggestion. The answer, perhaps, lies in the ability to observe with fresh eyes what happens when two people look at each other, in silence, for a moment.


    Further reading: Presence: what it is, how to develop it, and its secrets revealed.

  • Alchimia interiore: che cos’è, le sue tradizioni ed i suoi segreti svelati

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    Che cos’è l’alchimia interiore

    Vi è mai capitato di sentire che un cambiamento profondo richiede qualcosa in più della semplice comprensione razionale? L’alchimia interiore è esattamente questa risposta. Come spiega il Prof. Dr. Marco Paret, fondatore della scuola ISI-CNV: «È un concetto che esisteva già da tanto tempo: capire come lavorare con le proprie emozioni, col proprio modo di essere — ecco ciò che permette di cambiare. L’alchimia è un’antica tradizione che ha codificato alcune di queste strade in maniera molto netta: vie specifiche che portano a cambiare la percezione che abbiamo attorno a noi. Queste strade erano state espresse con similitudini al lavoro coi metalli: così la conoscenza è stata trasmessa da tempi molto antichi fino a oggi».

    L’alchimia e’ rimasta simile da periodi molto antichi, ed e’ un fatto sorprendente: pratiche di migliaia di anni fa parlano ancora oggi lo stesso linguaggio. Provate a pensare alla trasformazione interiore: ed il fuoco interiore che brucia le impurita’, ed il mercurio che rappresenta la mobilita’ dello spirito, ed il zolfo che simboleggia la volonta’. Questi simboli risuonano ancora nel vostro inconscio.

    La pratica dell’alchimia interiore risale agli Egizi, ed i suoi rituali sacri affondano le radici nella notte dei tempi, documentati fin dalle ere più remote. Le tradizioni alchemiche sono antichissime, ed il loro linguaggio simbolico parla di una trasformazione dello spirito che precede ogni civiltà storica. Come osserva anche lo studioso contemporaneo Gordon White, le radici di queste pratiche dello spirito affondano nella preistoria, in un tempo in cui l’umano dialogava direttamente con le forze cosmiche. Dall’Egitto, con la khemeia, l’arte egizia per eccellenza, la conoscenza sacra passa all’alchimia ellenistica, poi a quella araba ed infine a quella rinascimentale, in una catena ininterrotta di sapienza operativa.

    Oggi, la ricerca contemporanea inizia a riconoscere ciò che gli antichi alchimisti avevano già intuito: la mente ed il corpo sono profondamente interconnessi, e la trasformazione personale coinvolge livelli che vanno oltre il puramente intellettuale. La scuola ISI-CNV ha raccolto questo patrimonio e lo ha integrato con le moderne scoperte nel campo dell’ipnosi e della fascinazione ipnotica, creando un ponte tra saggezza antica e scienza contemporanea.

    Le sue tradizioni: dagli Egizi a Paracelso

    La storia documentata dell’alchimia inizia con gli Egizi, che consideravano quest’arte sacra e riservata agli iniziati. Il termine stesso khemeia indica la provenienza geografica di questa disciplina, che i Greci poi chiamarono chymia. Attraverso i secoli, l’alchimia si è evoluta in diverse correnti, tutte accomunate dalla ricerca della trasformazione. Nel Rinascimento, figure come Paracelso e Van Helmont hanno operato una svolta fondamentale, trasformando l’alchimia da pratica segreta a ponte verso la medicina delle forze vitali.

    Paracelso e Van Helmont «hanno visto differenti vie per operare il cambiamento, espresse spesso in forma metaforica: però dietro queste metafore c’è una realtà — anche tangibile», sottolinea il Prof. Dr. Paret. Van Helmont, in particolare, introdusse il concetto di magnale magnum, una forza vitale che permea l’organismo e che può essere influenzata. Questa intuizione gettò le basi per il magnetismo animale di Mesmer, che a sua volta ha influenzato profondamente lo sviluppo dell’ipnosi moderna. Il filo conduttore è chiaro: esiste una dimensione energetica dell’essere umano che può essere coltivata e trasformata.

    Il linguaggio metaforico degli alchimisti era un sistema codificato per proteggere e trasmettere conoscenze che richiedevano un’esperienza diretta per essere comprese appieno. Come afferma Paret, dietro queste metafore si cela una realtà concreta e operativa. La tradizione alchemica rappresenta quindi un patrimonio di conoscenze pratiche, tramandate con cura attraverso i secoli, che oggi possono essere riscoperte e applicate in chiave moderna.

    Gli antichi trattati scandivano le fasi della Grande Opera come ‘regimi’ posti sotto un pianeta, ed ogni regime governa una tappa precisa del processo trasmutatorio. Il regime di Saturno corrisponde alla nigredo, l’opera al nero, la putrefazione della materia: è il momento in cui il vecchio si dissolve, ed il composto interiore viene ridotto al suo stato primordiale. Segue il regime di Giove, che segna l’inizio dello sbiancamento, ed apre la sequenza delle ‘imbibizioni’ che preparano l’albedo: come bagni successivi che schiariscono la materia, lavandola dalle scorie residue.

    “REGIME DI SATURNO – NIGREDO: putrefazione del composto – NERO” — Schema Illustrato della Grande Opera

    Nel lavoro interiore, questa fase rappresenta la dissoluzione delle strutture obsolete, ed il successivo schiarimento progressivo porta alla luce una materia rinnovata, pronta per le fasi successive dell’Opera.

    Il neidan: quando Oriente e Occidente si incontrano

    L’alchimia è presente in Occidente e, insieme, in Oriente. In Oriente, la tradizione taoista ha sviluppato il neidan, l’alchimia interna, che condivide con la controparte occidentale la stessa aspirazione alla trasformazione profonda. «Le antiche pratiche di magnetismo personale rappresentano un neidan rispetto all’alchimia esteriore: neidan è una parola cinese utilizzata per indicare i meccanismi di trasformazione interna… Tutti si trasmutano realmente, perché l’ipnosi è una parte fondamentale dell’alchimia interiore», spiega il Prof. Dr. Paret.

    La convergenza tra le tradizioni è sorprendente. «Tutte le tradizioni si incontrano al vertice», afferma Paret. «Chi pratica l’alchimia taoista può avere dei vantaggi nell’imparare l’alchimia magnetica, perché impara un modo diverso di gestire le energie». Questa affermazione trova riscontro nelle ricerche comparative sulle pratiche contemplative, che mostrano come diverse tradizioni abbiano sviluppato tecniche simili per lavorare su respiro, energia e corpo. La respirazione, in particolare, emerge come elemento universale di trasformazione.

    Le tradizioni orientali e occidentali, pur essendosi sviluppate in contesti culturali differenti, condividono una profonda comprensione dell’importanza del corpo e dell’energia nei processi di cambiamento. Il magnetismo personale, così come insegnato nella scuola ISI-CNV, rappresenta un punto di incontro tra queste diverse prospettive, offrendo strumenti pratici per la gestione consapevole delle proprie energie.

    “Come è noto le ‘qualità’ della Natura sono tre: sattva, rajas, tamas per la tradizione indù, schin, aleph, mem per quella kabbalis” — Rincarnazione Rinascita Trasmigrazione

    Esiste un neidan orientale ed esiste un neidan occidentale: il lavoro interno di trasformazione appartiene ad entrambe le sponde del mondo, ed unisce i cercatori di ogni latitudine in un unico intento. Ed accanto ad esso, la tradizione occidentale conosce le vie operative: la via del Mercurio, che lavora sulla fluidità dello spirito, la via del Ferro — detta anche via del Cavaliere, la via della persona che porta energia nella vita quotidiana con coraggio ed azione — ed altre ancora, ciascuna con il suo specifico portato iniziatico.

    Il magnetismo è ciò che permette di percorrere queste vie in maniera autonoma, lavorando su se stessi con costanza ed consapevolezza: per questo la scuola parla di alchimia magnetica, ed indica nella forza vitale personale il veicolo principale di ogni trasmutazione interiore.

    Molti libri di alchimia interiore in circolazione, come l’alchimia psicologica o quella legata allo yoga, sono opera di persone valide, ed il vero ermetismo è custodito da società iniziatiche che tuttora salvaguardano la tradizione. Molte di queste società vivono lontano da internet, ed il loro operato rimane riservato. Mettere tutte le tradizioni in un unico calderone rischia di confondere, ed il linguaggio simile nasconde differenze sostanziali.

    È ciò che sta dietro alle parole a fare la differenza, ed in questa sede parliamo della scuola ermetica antica, conosciuta nei dettagli. L’alchimia magnetica appartiene a questa scuola, ed essa permette di accedere al neidan vero dell’alchimia occidentale. La tradizione viene trasmessa con rigore, ed i suoi insegnamenti mantengono una coerenza profonda attraverso i secoli.

    Le fasi dell’Opera

    Sarebbe più corretto affermare che esistono delle alchimie, delle vie, ed ogni via tratta differenti aspetti dell’animo umano. Lavorare su una particolare via in un certo momento permette di comprendere certe cose, ed il lavoro su una seconda via successivamente rivela ulteriori significati. La sequenza delle pratiche possiede un’importanza fondamentale, ed il percorso scelto determina la qualità della comprensione.

    Chi lavora prima la via del cinabro compie una sorta di purificazione, ed affrontare la via del ferro in un momento successivo assume un significato differente. La progressione ordinata delle fasi produce una trasformazione profonda, ed ogni tappa prepara il terreno per quella seguente. La conoscenza delle alchimie richiede rispetto per l’ordine tradizionale, ed il maestro guida l’allievo attraverso le tappe con cura.

    L’alchimia classica descrive il percorso di trasformazione attraverso fasi precise: la nigredo (l’opera al nero), l’albedo (l’opera al bianco), la citrinitas (l’opera al giallo) e la rubedo (l’opera al rosso). Ogni fase rappresenta un momento specifico del processo di trasmutazione interiore. Come chiarisce il Prof. Dr. Paret: «Esistono varie vie: in ogni via la nigredo, l’albedo e la rubedo prendono un significato differente; in alcune vie esiste anche la citrinitas».

    La citrinitas compare soltanto in alcune vie particolari, ed appare ad esempio nel percorso legato al Conte Bernardo Trevisano, mentre è assente in altre tradizioni, come la via del Sale, che però portano attenzione su altri aspetti fondamentali. Questo dettaglio fa capire che esistono varie vie, ciascuna con la propria mappa delle fasi: chi conosce le tradizioni dall’interno riconosce queste differenze al primo sguardo.

    La nigredo corrisponde alla fase di dissoluzione e putrefazione, il momento in cui le strutture obsolete vengono smantellate per fare spazio al nuovo. L’albedo rappresenta la purificazione e lo sbiancamento, il lavaggio delle impurità residue. La citrinitas introduce un primo risveglio della consapevolezza, mentre la rubedo corona il processo con l’integrazione completa. Queste fasi descrivono processi reali che avvengono a livello psicofisico.

    «La trasformazione si riconosce dall’aspetto non verbale», sottolinea Paret. Il cambiamento è interiore e, insieme, si manifesta visibilmente nel corpo, nel portamento, nello sguardo. La scuola ISI-CNV lavora proprio su questo piano: «noi lavoriamo sull’energia, sul corpo come elemento fondamentale, imprescindibile per un cambiamento». Ciò che caratterizza la nostra scuola è il lavoro sul corpo, un approccio che integra la dimensione energetica in ogni fase del percorso.

    Il corpo come materia prima

    Vi è mai capitato di seguire un percorso di crescita personale che sembrava funzionare solo a livello mentale, senza produrre cambiamenti concreti nella vita quotidiana? L’alchimia interiore parte da un presupposto diverso: il corpo è la materia prima dell’Opera. «Il laboratorio è in parte una metafora, in parte una realtà: la trasformazione avviene. La materia prima è corporale: la persona deve lavorare su se stessa. E ci sono varie materie che, secondo le tradizioni, rappresentano agganci diversi per le differenti fasi dell’opera», afferma il Prof. Dr. Paret.

    L’errore più comune nei percorsi di sviluppo personale è proprio «tralasciare il corpo, tralasciare lo sviluppo energetico». Paret è chiaro: «il risultato può essere molto più forte se decidete di approfondire anche la dimensione dell’alchimia magnetica». L’alchimia magnetica lavora sull’aspetto energetico, integrando la dimensione corporea in ogni fase del processo. «Tutti questi livelli nello stesso istante. L’alchimia magnetica è particolarmente importante perché lavora sull’aspetto energetico».

    «Con l’alchimia magnetica comprendete l’alchimia nel suo senso vero, perché il magnetismo è un elemento fondamentale», conclude Paret. Questo approccio si distingue da altri percorsi che privilegiano esclusivamente la dimensione mentale o emotiva. La scuola ISI-CNV ha sviluppato un metodo integrato che considera il corpo come veicolo privilegiato di trasformazione, in linea con la tradizione alchemica più autentica.

    “il Lafontaine ce lo definisce la veglia nel sonno magnetico: e tal veglia che l’anima vi è come «disciolta dalla materia e dota” — Del magnetismo animale ossia mesmerism

    Il segreto svelato: la respirazione

    Il segreto più profondo dell’alchimia interiore è alla portata di tutti, ed il Prof. Dr. Paret lo rivela senza riserve: «Inizia all’interno di te stesso: comincia a prendere coscienza della respirazione. La respirazione crea già una specie di alchimia all’interno del nostro organismo: facciamo attenzione a come ci sentiamo quando cambiamo la respirazione, perché con la respirazione possiamo attivare le risposte del nostro sistema parasimpatico».

    La scienza moderna conferma ciò che gli antichi alchimisti avevano intuito: la respirazione è uno strumento potentissimo per modulare il sistema nervoso autonomo. Attraverso tecniche respiratorie specifiche, è possibile attivare il sistema parasimpatico, responsabile dei processi di rilassamento e rigenerazione. Questo meccanismo fisiologico rappresenta la base tangibile su cui si innesta l’intero percorso alchemico.

    La pratica della respirazione consapevole è il primo passo di un percorso che conduce alla trasformazione profonda. Si tratta di un vero e proprio strumento alchemico che opera a livello energetico e fisiologico. La scuola ISI-CNV ha integrato queste conoscenze in un metodo strutturato che unisce la saggezza tradizionale alle moderne scoperte neuroscientifiche.

    La pratica quotidiana

    L’alchimia interiore è una pratica da vivere quotidianamente. Il Prof. Dr. Paret indica la via: «La pratica della presenza è l’elemento sul quale dovete incominciare a lavorare; e poi lavorate con lo specchio». La presenza è il fondamento su cui costruire l’intero edificio alchemico: la capacità di essere pienamente consapevoli nel momento presente, osservando senza giudizio ciò che emerge.

    Il lavoro con lo specchio è una tecnica potente che permette di confrontarsi con la propria immagine e di osservare le trasformazioni che avvengono a livello non verbale. Questa pratica, unita alla presenza consapevole, crea le condizioni per un cambiamento profondo e duraturo. I corsi ISI-CNV offrono un percorso strutturato che accompagna gli studenti attraverso tutte le fasi dell’Opera, integrando la dimensione teorica con quella pratica.

    Il percorso proposto dalla scuola ISI-CNV si basa su una metodologia che integra diverse dimensioni: la respirazione consapevole, il lavoro energetico, la pratica della presenza e le tecniche di Mesmerismus®. Questo approccio multidimensionale riflette la comprensione che la trasformazione autentica coinvolge simultaneamente corpo, mente ed energia.

    Cosa dicono le persone

    Le testimonianze di chi ha intrapreso questo percorso descrivono esperienze profonde e trasformative. «Le persone si sentono totalmente diverse, trasformate: come entrate in un’altra dimensione», afferma il Prof. Dr. Paret. Questa trasformazione è un vero e proprio salto qualitativo nel modo di percepire se stessi ed il mondo.

    «L’alchimia è una scuola che risale agli Egizi: c’è una tradizione dietro molto profonda», ricorda Paret. Questo collegamento con una tradizione millenaria offre un ancoraggio solido in un’epoca di continue sollecitazioni superficiali. La differenza rispetto ad altri approcci di crescita personale sta nella profondità e completezza del percorso, che opera alla radice del cambiamento.

    Il percorso alchemico offre strumenti concreti per una trasformazione autentica e duratura. La dimensione energetica, spesso trascurata in altri approcci, viene qui valorizzata come elemento fondamentale del processo. Chi intraprende questo cammino scopre una via antica e al contempo sorprendentemente attuale.

    Domande frequenti

    L’alchimia interiore è una pratica religiosa?

    L’alchimia interiore è un percorso di trasformazione personale che si basa su tecniche specifiche di lavoro su corpo, energia e respirazione. Richiede alcuna appartenenza religiosa e può essere praticata da chiunque, indipendentemente dalle proprie convinzioni.

    Quanto tempo richiede il percorso?

    Il percorso è personale ed i tempi variano da individuo a individuo. La pratica quotidiana è fondamentale: anche pochi minuti al giorno possono produrre risultati significativi se costanti. La scuola ISI-CNV offre percorsi strutturati che accompagnano gradualmente lo studente attraverso le diverse fasi dell’Opera.

    È necessario avere esperienze precedenti di meditazione o ipnosi?

    È necessaria alcuna esperienza precedente. Il percorso è progettato per guidare anche i principianti attraverso le diverse tappe, partendo dalle basi della respirazione consapevole e della presenza. Ogni persona procede al proprio ritmo, con il supporto di insegnanti qualificati.

    Quali sono i benefici concreti?

    I benefici includono una maggiore consapevolezza di sé, una migliore gestione dello stress e delle emozioni, un aumento dell’energia vitale ed una più profonda connessione con il proprio corpo. La trasformazione si manifesta a livello non verbale e viene percepita anche da chi ci circonda.

    L’alchimia interiore può sostituire le terapie mediche?

    L’alchimia interiore è un percorso di crescita personale e sostituisce in alcun modo le terapie mediche o psicologiche. Per eventuali disturbi clinici è fondamentale rivolgersi a professionisti sanitari abilitati. La pratica alchemica può essere un valido complemento, ma un sostituto delle cure necessarie.

    La ricerca continua

    L’alchimia interiore rappresenta un campo di studio affascinante che unisce tradizione antica e scienza contemporanea. «L’interazione di più dimensioni è quello che veramente trasforma la persona. La scienza per sua natura parcellizza: lavora su una dimensione alla volta», osserva il Prof. Dr. Paret. Questa critica alla parcellizzazione scientifica è un invito a studiare l’interazione tra le diverse dimensioni dell’essere umano.

    La ricerca contemporanea sulla neuroplasticità e sulle pratiche contemplative sta iniziando a esplorare queste interazioni, confermando ciò che gli alchimisti sapevano da millenni: la trasformazione profonda coinvolge simultaneamente corpo, mente ed energia. Sarebbe utile ulteriore investigazione in questa direzione, per comprendere appieno i meccanismi attraverso cui operano queste antiche pratiche.

    L’alchimia interiore offre una via concreta per chi cerca un cambiamento autentico e profondo, radicato in una tradizione millenaria e supportato da moderne scoperte scientifiche. La scuola ISI-CNV, sotto la guida del Prof. Dr. Marco Paret, ha sviluppato un metodo che integra queste diverse dimensioni, offrendo strumenti pratici per la trasformazione personale. Il cammino è aperto a tutti coloro che desiderano intraprenderlo.


  • Comunicazione non verbale magnetica: che cos’è ed i suoi segreti svelati

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    Che cos’è la comunicazione non verbale magnetica

    Vi è mai capitato di percepire immediatamente lo stato d’animo di qualcuno appena entrato in una stanza, prima ancora che pronunci una parola? Quel lampo di comprensione istantanea, quella sensazione viscerale che precede ogni ragionamento, è la manifestazione più pura della comunicazione non verbale magnetica. È da questa evidenza quotidiana, e dalla sua portata trasformativa, che nasce l’ISI-CNV, l’Istituto Superiore Internazionale di Comunicazione Non Verbale fondato dal Prof. Dr. Marco Paret. Il nome stesso dell’istituto rivela una scelta precisa: “noi siamo partiti dalla comunicazione non verbale perché attraverso questa si influenza, attraverso questa si trasformano le persone — ed è anche la nostra espressione più diretta”.

    Entrate in una stanza ed in un attimo capite l’umore di chi c’e’, prima di ogni parola: ed il corpo si tende o si rilassa, ed il respiro si adatta, ed il ritmo dei passi cambia. Questa comunicazione non verbale magnetica avviene attraverso segnali sottili: la postura, la direzione dello sguardo, ed il tono muscolare. Il vostro sistema nervoso legge queste informazioni ed elabora una risposta immediata.

    Quando parliamo di comunicazione non verbale magnetica ci riferiamo a una modalità comunicativa che coinvolge l’intera persona e che produce effetti misurabili sull’interlocutore. La celebre stima attribuita agli studi di Albert Mehrabian, spesso citata come il 93%, riguarda specificamente la comunicazione di contenuti emotivi e relazionali in contesti di ambiguità tra messaggio verbale e non verbale. Sebbene la percentuale sia stata talvolta generalizzata oltre le intenzioni del ricercatore, l’esperienza maturata nella scuola del Prof. Dr. Paret ne conferma il senso profondo: la componente non verbale è predominante nel trasmettere stati interiori, intenzioni e qualità relazionali. È una questione di sostanza: il corpo comunica continuamente, e chi impara a leggerlo ed a utilizzarlo consapevolmente acquisisce uno strumento di influenza e trasformazione personale di straordinaria potenza.

    La comunicazione non verbale magnetica si distingue dalla semplice CNV perché aggiunge una dimensione intenzionale e relazionale: utilizza i segnali per creare connessione, per guidare uno stato, per costruire un rapporto profondo. È l’arte di chi sa che ogni movimento, ogni pausa, ogni sguardo e una parola pronunciata nel linguaggio silenzioso che precede e supera la parola stessa. È il fondamento su cui si costruisce la capacità di condurre l’altro verso stati di coscienza modificati, di facilitare cambiamenti personali, di creare quella presenza che lascia il segno.

    Oltre il vocabolario: la lingua viva del corpo

    I corsi tradizionali di comunicazione non verbale offrono un patrimonio di conoscenze prezioso e assolutamente valido. Il Prof. Dr. Paret riconosce apertamente il valore di questo insegnamento: “tutto quello che viene insegnato nei corsi di CNV è valido: però è come avere un vocabolario. Per parlare la lingua dovete comprendere la struttura e saper parlare. E saper parlare parte da voi stessi”. Questa distinzione tra vocabolario e lingua è il cuore dell’approccio ISI-CNV. Conoscere il significato dei singoli gesti, delle espressioni facciali, delle posture è il punto di partenza necessario, ed il passo successivo è la padronanza della lingua. È come possedere un dizionario di una lingua straniera: utile, e per conversare con fluidità e profondità occorre andare oltre il dizionario.

    La struttura della lingua non verbale è fatta di relazioni tra segnali, di coerenze e incongruenze, di ritmi e sincronie. E per saperla parlare occorre partire da sé. Il Prof. Dr. Paret sottolinea che “la comprensione del linguaggio non verbale avviene anche in maniera intuitiva: attraverso la vostra intuizione, attraverso il vostro inconscio”. Questo significa che la padronanza della CNV è una questione tecnica ed una questione di sviluppo personale, di affinamento della propria sensibilità, di capacità di lasciar emergere una conoscenza che è già in noi e che attende di essere espressa. L’inconscio comprende prima della coscienza, e la scuola insegna a fidarsi di questa comprensione profonda, a integrarla con la conoscenza esplicita dei segnali.

    La lingua viva del corpo si impara parlandola, oltre che studiandola. Per questo i percorsi ISI-CNV sono fortemente esperienziali: esercizi, pratiche, situazioni reali in cui lo studente impara a muoversi nel linguaggio non verbale con la stessa naturalezza con cui usa la lingua madre. È un percorso che trasforma la conoscenza in competenza, il sapere in saper fare, e che conduce a quella padronanza che rende la comunicazione non verbale uno strumento di influenza autentica e rispettosa.

    Leggere l’insieme: il cluster

    Vi è mai capitato di capire cosa provava qualcuno prima ancora che parlasse, solo osservando il suo corpo?

    Uno degli errori più comuni nell’approccio alla comunicazione non verbale è la parcellizzazione. Il Prof. Dr. Paret è netto su questo punto: “I libri tendono a parcellizzare: uno osserva una cosa alla volta. In realtà dobbiamo vedere tutte le cose assieme, allo stesso momento”. Quando osserviamo un interlocutore, la tentazione è di concentrarci su un singolo elemento: “Si guardano la testa, gli occhi, le mani. Ma in realtà tutto assieme: è un cluster di elementi che dà l’insieme”. È la visione d’insieme, la percezione simultanea di tutti i segnali, che rivela il vero significato della comunicazione non verbale.

    La lettura per cluster richiede uno sguardo allenato ed una mente aperta. Si tratta di percepire la configurazione complessiva, la gestalt che emerge dall’insieme. Un singolo gesto può significare cose diverse in contesti diversi; è la combinazione, la coerenza o l’incongruenza tra i segnali che produce il significato. Questa capacità di lettura globale è ciò che distingue il professionista della CNV dall’osservatore occasionale. Ed è anche ciò che permette di andare in profondità, di cogliere ciò che la persona comunica continuamente, anche in modo implicito.

    Il Prof. Dr. Paret rivela un aspetto fondamentale del suo metodo: “Leggo da come si muove, dalle mani… e cerco sempre di capire qual è la domanda che sta dietro alla domanda: perché mi sta facendo questa domanda”. Questa attenzione al livello implicito della comunicazione è ciò che permette di comprendere i bisogni reali dell’interlocutore, le motivazioni profonde, le resistenze nascoste. La domanda dietro la domanda è spesso la chiave del cambiamento: quando la si individua, si può lavorare sul livello giusto, quello che produce trasformazioni durature.

    Una tradizione documentata

    La comunicazione non verbale magnetica affonda le radici in una tradizione documentata che attraversa i secoli, in particolare nella pratica dei magnetizzatori dell’Ottocento. Questi maestri del comunicare silenzioso hanno sviluppato tecniche di influenza e di induzione di stati modificati di coscienza basate esclusivamente su passes, sguardo e contatto. La letteratura magnetica dell’epoca è ricca di testimonianze su queste pratiche, e la Biblioteca Magnetica — la più grande raccolta di testi storici sul magnetismo, riunita dal Prof. Dr. Paret — ne conserva preziose tracce.

    «si ottenne lo stato magnetico, e specialmente il sonnambulismo, in un soggetto, egli non fa più di mestieri adoperare l’imposizion»
    Trad.: «Una volta ottenuto lo stato magnetico, e specialmente il sonnambulismo, in un soggetto, non è più necessario u» (non identificato, «Del magnetismo animale ossia mesmerism»)

    “L’arsenale complicato di Mesmer fu abbandonato dai suoi successori immediati. Il marchese di Puységur, che fece l’importante scoperta del sonnambulismo, semplificò radicalmente i metodi, mostrando che l’essenza del magnetismo risiedeva nella relazione tra magnetizzatore e soggetto, ben più che negli strumenti.”

    Questa semplificazione è illuminante: il corpo come linguaggio essenziale, la relazione come veicolo dell’influenza. I magnetizzatori scoprirono empiricamente ciò che la ricerca contemporanea ha poi confermato: la comunicazione non verbale è il canale privilegiato per entrare in rapporto profondo con l’altro. Un altro testo della Biblioteca Magnetica, il trattato “Del magnetismo animale ossia mesmerism”, documenta un fenomeno ancora più sorprendente: “Una volta ottenuto lo stato magnetico, e specialmente il sonnambulismo, in un soggetto, non è più necessario usare l’imposizione delle mani. Il non verbale del magnetizzatore, una volta stabilita la relazione, agisce anche a distanza, attraverso la sola volontà e la presenza.

    “E chiamati passi, sono i mezzi impiegati per mettersi in rapporto o, in altri termini, per trasmettere l’azione del magnetizzatore al soggetto.”

    Louis Seré, nel suo “Application du somnambulisme magnétique”, definisce con precisione la funzione delle passes: strumenti di rapporto, canali di trasmissione. La documentazione raccolta da Bertrand Méheust sull’induzione magnetica silenziosa (IMI) conferma che l’induzione di trance profonde e medie poteva avvenire senza alcuna parola, attraverso il solo non verbale. “Il linguaggio non verbale accompagna l’umanità dal suo inizio, e permette di ottenere trance profonde e medie”, ricorda il Prof. Dr. Paret, riecheggiando questa tradizione. La letteratura magnetica è un archivio di mistero documentato: la comunicazione silenziosa che trasforma è attestata da secoli, e la scienza contemporanea comincia solo ora a fornirne una spiegazione adeguata.

    La sincronizzazione viene dalla relazione

    La sincronizzazione è spesso citata come una tecnica di comunicazione non verbale, ed il Prof. Dr. Paret ne offre una lettura più profonda: “La sincronizzazione è il risultato di qualcosa di più profondo: della relazione che noi costruiamo con la persona. L’importante è focalizzarci su quello che sta dietro: la relazione”. Questo capovolgimento di prospettiva è fondamentale: la sincronizzazione è un effetto naturale di una relazione autentica. Quando la relazione è costruita su basi solide, il corpo si sincronizza spontaneamente, i ritmi si allineano, i gesti si rispecchiano.

    Un aneddoto del Prof. Dr. Paret illustra con efficacia questo principio. “Lavoravo con una persona per un lavoro di cambiamento personale. Mi sembrava di non riuscire; mi sono allontanato un attimo, ho fatto un esercizio, e sono tornato: la situazione sembrava totalmente diversa. Che cosa è stato? Il mio non verbale aveva provocato il miracolo”. Questo episodio rivela la potenza del lavoro su di sé: quando il professionista modifica il proprio stato interiore, il suo non verbale cambia e, con esso, l’intera dinamica relazionale. Il “miracolo” è il risultato di una presenza trasformata che agisce sull’interlocutore a livello profondo.

    La questione della congruenza è centrale. Alla domanda se sia possibile fingere la comunicazione non verbale magnetica, il Prof. Dr. Paret risponde: “In teoria sì: metodi di tipo teatrale possono dare una congruenza delle espressioni. Ma in pratica no: con un non verbale inadeguato rischiate di ottenere cose di cui poi vi pentite”. La finzione può funzionare nel breve periodo, ma produce effetti imprevedibili e spesso indesiderati. L’autenticità, la coerenza tra stato interiore e segnali esteriori, è la via maestra. Il lavoro su di sé, lo sviluppo della propria presenza, è ciò che rende il non verbale magnetico, capace di attrarre e trasformare.

    Cosa dice la ricerca

    La ricerca contemporanea offre un supporto sempre più solido alla comprensione della comunicazione non verbale magnetica. Gli studi di Albert Mehrabian, pur con le precisazioni metodologiche del caso, hanno aperto la strada alla quantificazione dell’importanza del non verbale nella comunicazione emotiva. La ricerca sulla sincronizzazione interpersonale ha mostrato come i corpi delle persone in interazione tendano a coordinarsi a livello di postura, gesti, ritmo respiratorio e persino attività cerebrale. Gli studi di hyperscanning, come quello di Hirsch del 2017, hanno documentato la sincronizzazione dell’attività neurale tra interlocutori durante conversazioni faccia a faccia, fornendo una base neurofisiologica alla nozione di rapporto.

    La teoria polivagale di Stephen Porges introduce il concetto di neurocezione: il corpo legge lo stato dell’altro prima che la coscienza lo elabori. Questa capacità di percezione inconscia dei segnali di sicurezza o pericolo è alla base della nostra reattività sociale e della nostra capacità di entrare in connessione profonda. La neurocezione converge con l’intuizione del Prof. Dr. Paret sull’inconscio che comprende: il corpo sa prima della mente, e questa conoscenza implicita guida la nostra comunicazione e le nostre relazioni. La lettura per cluster, proposta dalla scuola ISI-CNV, trova conferma nella critica di Paret all’atomismo scientifico: “La scienza normalmente è abbastanza atomistica. Bisogna studiare la coerenza tra segnali, come uno si collega all’altro: allora veramente possiamo avere qualcosa di utile”.

    La ricerca sulle microespressioni e sui segnali non verbali di precisione offre strumenti preziosi, ma è lo studio della coerenza tra i segnali che apre la via a una comprensione veramente utile. Sarebbe utile ulteriore investigazione sull’applicazione di questi principi alla comunicazione magnetica, ma le evidenze disponibili sono già sufficienti a sostenere la validità dell’approccio. La convergenza tra la tradizione magnetica e la scienza contemporanea è notevole: entrambe indicano nella relazione, nella presenza e nella coerenza i fattori chiave della comunicazione che trasforma.

    Nella vita professionale e online

    Le competenze di comunicazione non verbale magnetica hanno applicazioni immediate nella vita professionale. Medici, psicologi, coach, manager, venditori, insegnanti: chiunque lavori con le persone può trarre beneficio dalla padronanza di questo linguaggio. Il Prof. Dr. Paret descrive l’effetto della formazione sui professionisti: “Cambia la personalità: sarà più rilassato, e più capace di percepire i segnali nell’interlocutore”. Si tratta di trasformare il proprio modo di essere, di diventare più ricettivi e più efficaci nella lettura dell’altro. Il professionista formato ISI-CNV sviluppa una presenza che ispira fiducia ed una capacità di percezione che gli permette di cogliere i segnali più sottili.

    La domanda sull’efficacia della comunicazione non verbale attraverso la webcam è frequente. La risposta è affermativa senza riserve. Il Prof. Dr. Paret lo conferma: “Il non verbale è importante egualmente in ogni situazione, in ogni epoca, in ogni media”. Se alcune persone riescono a catturare l’attenzione ed a costruire relazioni anche attraverso uno schermo, è proprio perché il loro non verbale comunica con efficacia. La presenza, la postura, lo sguardo, il ritmo della voce: tutto questo attraversa la webcam e raggiunge l’interlocutore. La formazione alla comunicazione non verbale magnetica è quindi valida anche per chi lavora online, in videoconferenza, nei webinar, nei corsi a distanza.

    La capacità di creare rapporto e di influenzare positivamente l’interlocutore è una competenza trasversale, che si esprime in ogni contesto. Che si tratti di un colloquio di lavoro, di una negoziazione, di una seduta terapeutica o di una presentazione online, la padronanza del non verbale magnetico fa la differenza tra una comunicazione efficace ed una che lascia il tempo che trova. I professionisti che investono in questa formazione sviluppano un vantaggio competitivo duraturo, fondato su competenze autentiche e verificabili.

    Imparare

    Il segreto della comunicazione non verbale magnetica è un segreto che chiede di essere svelato, e la sua rivelazione è sorprendentemente semplice nella sua formulazione, anche se profonda nelle sue implicazioni. Il Prof. Dr. Paret lo afferma con chiarezza: “Lavora sul tuo animo, e arriverai a connetterti istantaneamente e potentemente”. Ecco il cuore dell’insegnamento ISI-CNV: il lavoro su di sé è la via maestra. La tecnica è importante, lo studio è necessario, ma è la trasformazione interiore che rende il non verbale veramente magnetico. Questo è il segreto che la scuola svela ai suoi studenti, accompagnandoli in un percorso di crescita personale e professionale.

    Il primo passo è alla portata di tutti. Il Prof. Dr. Paret suggerisce un esercizio fondamentale: “Fare attenzione al proprio corpo: come ci sediamo, come ci muoviamo. Questo è già un punto di partenza”. La consapevolezza corporea è la base di tutto: senza di essa, nessuna tecnica può essere applicata con efficacia. Imparare a sentire il proprio corpo, a percepirne i segnali, a riconoscerne gli stati è il fondamento su cui costruire la padronanza del linguaggio non verbale. Da questo inizio semplice ma potente, si sviluppa un percorso che conduce alla padronanza della comunicazione che trasforma.

    La scuola ISI-CNV offre percorsi formativi completi, che integrano la tradizione magnetica con le più moderne conoscenze scientifiche. Il ipnosi non verbale è una delle applicazioni più affascinanti di questo approccio, e la presenza è la qualità fondamentale che lo studente sviluppa lungo il percorso. Il rapport magnetico ed il magnetismo personale sono competenze specifiche che vengono coltivate con esercizi mirati e supervisione esperta. Chi desidera esplorare questo mondo può iniziare seguendo il canale YouTube della scuola, dove sono disponibili contenuti gratuiti di approfondimento.

    Domande frequenti

    Quanto tempo occorre per imparare la comunicazione non verbale magnetica?

    Il percorso di apprendimento è personale e dipende dal punto di partenza di ciascuno. I primi risultati si possono ottenere già nelle prime settimane di pratica, ma la padronanza profonda richiede un impegno costante. La scuola offre percorsi strutturati che accompagnano lo studente passo dopo passo, dalla consapevolezza corporea di base alle tecniche più avanzate di induzione e di gestione della relazione.

    La comunicazione non verbale magnetica può essere utilizzata in ambito terapeutico?

    La comunicazione non verbale magnetica è uno strumento potente che trova applicazione in molti contesti professionali, incluso quello terapeutico. Per quanto riguarda gli aspetti sanitari e clinici, è importante che venga utilizzata da professionisti abilitati, nel quadro delle rispettive competenze e nel rispetto della normativa vigente. La scuola forma professionisti che integrano queste competenze nella loro pratica, con la dovuta attenzione agli aspetti etici e deontologici.

    È possibile apprendere la comunicazione non verbale magnetica online?

    Assolutamente sì. La scuola offre percorsi formativi online che mantengono intatta l’efficacia dell’insegnamento. Il non verbale è importante egualmente in ogni situazione, in ogni epoca, in ogni media. I corsi online includono esercitazioni pratiche, feedback personalizzati e momenti di supervisione, garantendo un apprendimento completo e verificabile.

    Qual è la differenza tra la CNV classica e la comunicazione non verbale magnetica?

    La CNV classica fornisce il vocabolario: la conoscenza dei singoli segnali e dei loro significati. La comunicazione non verbale magnetica insegna la lingua: la struttura, la sintassi, la capacità di parlare fluentemente. La prima è necessaria, la seconda è ciò che rende la comunicazione veramente efficace e trasformativa. La scuola ISI-CNV integra entrambe, partendo dal vocabolario per condurre alla padronanza della lingua.

    La comunicazione non verbale magnetica è una forma di manipolazione?

    La comunicazione non verbale magnetica è uno strumento di influenza, come lo è qualsiasi forma di comunicazione. La differenza tra influenza e manipolazione risiede nell’intenzione e nella trasparenza. La scuola ISI-CNV forma professionisti che utilizzano queste competenze per costruire relazioni autentiche, facilitare il cambiamento e promuovere il benessere delle persone con cui lavorano. L’etica è un pilastro fondamentale della formazione.

    La comunicazione non verbale magnetica può servire in ambito terapeutico o di salute?
    È una competenza relazionale preziosa per ogni professione d’aiuto. Per questioni di salute e patologie è necessario rivolgersi a professionisti sanitari abilitati.

    La frontiera della comunicazione non verbale è lo studio della coerenza tra segnali, come auspica il Prof. Dr. Paret. È in questa direzione che la ricerca futura potrà fornire contributi decisivi, e la scuola ISI-CNV è in prima linea in questo campo. La comunicazione non verbale magnetica è una competenza, una disciplina e un’arte: chi la padroneggia possiede la chiave per connettersi istantaneamente e potentemente con gli altri, e per trasformare le relazioni in esperienze di crescita e di cambiamento.


    WikiParet  — l’enciclopedia della scuola del Prof. Dr. Paret

    Comunicazione non verbale magnetica: che cos'è ed i suoi segreti svelati

    Voce dell’Accademia · Pnl Cnv

    Comunicazione non verbale magnetica: che cos’è ed i suoi segreti svelati

    La comunicazione non verbale magnetica è una modalità comunicativa intenzionale e relazionale che utilizza segnali sottili del corpo per creare connessioni profonde, influenzare stati emotivi e facilitare trasformazioni personali. A differenza della semplice comunicazione non verbale (CNV), questa pratica si distingue per la sua dimensione consapevole e strategica, volta a guidare l’interlocutore verso stati di coscienza modificati e a costruire relazioni autentiche e profonde. Attraverso la postura, lo sguardo, il tono muscolare e altri segnali corporei, questa forma di comunicazione agisce a un livello che precede e supera le parole, diventando uno strumento potente per l’influenza e il cambiamento personale. [C1] [M3]

    Definizione e caratteristiche della comunicazione non verbale magnetica

    La comunicazione non verbale magnetica si distingue dalla CNV tradizionale per la sua dimensione intenzionale e relazionale. Non si tratta semplicemente di osservare o interpretare i segnali del corpo, ma di utilizzarli consapevolmente per creare connessioni profonde e influenzare gli stati emotivi degli interlocutori. Postura, sguardo e tono muscolare diventano strumenti per trasmettere intenzioni e guidare l’interazione. Questa modalità comunicativa coinvolge l’intera persona e produce effetti misurabili sull’interlocutore, dimostrando come il corpo comunichi continuamente e possa essere utilizzato come strumento di trasformazione personale. [C1] [M7]

    La comunicazione non verbale magnetica è molto più di un insieme di tecniche, ma un approccio integrato che considera l’individuo nella sua totalità. Questo metodo si basa sulla consapevolezza che il corpo e un veicolo di comunicazione potente e continuo, capace di trasmettere messaggi che vanno oltre le parole. Attraverso la padronanza di questi segnali, è possibile creare un’interazione che non solo influenza l’interlocutore, ma facilita anche un cambiamento profondo e duraturo. [C1] [M3]

    L’importanza della coerenza tra segnali verbali e non verbali

    Secondo gli studi di Albert Mehrabian, la componente non verbale è predominante nel trasmettere stati interiori e intenzioni, specialmente in contesti di ambiguità tra messaggio verbale e non verbale. La coerenza tra questi due livelli è essenziale per costruire un rapporto profondo e autentico. Incongruenze tra ciò che si dice e ciò che si comunica attraverso il corpo possono generare diffidenza o fraintendimenti. La comunicazione non verbale magnetica richiede quindi un’attenzione particolare alla sincronia tra parole e gesti, per garantire che il messaggio sia percepito come autentico e affidabile. [C1] [M9]

    La coerenza tra segnali verbali e non verbali è molto più di una questione di efficacia comunicativa, ma anche di integrità relazionale. Quando i messaggi verbali e non verbali sono allineati, si crea un’atmosfera di fiducia e comprensione reciproca. Questo allineamento è particolarmente importante in contesti come il coaching, la leadership e la gestione del cambiamento, dove l’autenticità e la chiarezza del messaggio sono fondamentali per ottenere risultati significativi. [C1] [M7]

    La padronanza della lingua non verbale

    Padroneggiare la comunicazione non verbale non significa solo conoscere il significato dei singoli gesti o posture, ma comprendere le relazioni tra i segnali, le coerenze e le sincronie che costituiscono la struttura della lingua non verbale. Questo apprendimento è un processo esperienziale che trasforma la conoscenza in competenza, permettendo di utilizzare la CNV con la stessa naturalezza della lingua madre. Attraverso esercizi e pratiche, gli studenti imparano a muoversi nel linguaggio non verbale con fluidità, acquisendo uno strumento di influenza autentica e rispettosa. [C1] [M5]

    La padronanza della lingua non verbale richiede un’attenzione costante ai dettagli e una comprensione profonda delle dinamiche relazionali. Non si tratta solo di imparare a leggere i segnali del corpo, ma di sviluppare una sensibilità che permetta di rispondere in modo appropriato e consapevole. Questo processo di apprendimento trasforma la comunicazione non verbale da una semplice tecnica in un’arte che può essere utilizzata per migliorare le relazioni e facilitare il cambiamento personale. [C1] [M6]

    Applicazioni pratiche e trasformazioni personali

    La comunicazione non verbale magnetica trova applicazione in contesti come il coaching, la leadership e la gestione del cambiamento, dove è utilizzata per condurre l’interlocutore verso stati di coscienza modificati e facilitare trasformazioni personali. Attraverso esercizi e pratiche esperienziali, gli studenti imparano a utilizzare questa modalità comunicativa per creare una presenza che lascia il segno. Questo approccio non solo migliora le capacità relazionali, ma contribuisce anche allo sviluppo personale, trasformando il sapere in saper fare e aprendo nuove possibilità di crescita. [C1] [M8]

    Le applicazioni pratiche della comunicazione non verbale magnetica sono molteplici e spaziano dal campo professionale a quello personale. In ambito aziendale, ad esempio, questa pratica può essere utilizzata per migliorare la leadership e il team building, creando un ambiente di lavoro più collaborativo e produttivo. Nel coaching, invece, può facilitare il raggiungimento di obiettivi personali e professionali, aiutando gli individui a superare blocchi emotivi e mentali. [C1] [M3]

    Conclusione

    La comunicazione non verbale magnetica rappresenta un’evoluzione della CNV tradizionale, aggiungendo una dimensione intenzionale e relazionale che la rende uno strumento potente per l’influenza e il cambiamento personale. Attraverso la padronanza dei segnali corporei e la coerenza tra messaggio verbale e non verbale, questa pratica permette di costruire relazioni autentiche e profonde, guidando l’interlocutore verso stati di coscienza modificati e trasformazioni personali. È un’arte che richiede non solo conoscenza tecnica, ma anche sviluppo personale e sensibilità, per utilizzare il corpo come strumento di comunicazione efficace e rispettosa. [C1] [M3]

    La comunicazione non verbale magnetica è molto più di una tecnica, ma un approccio olistico che considera l’individuo nella sua interezza. Attraverso la consapevolezza e la pratica, è possibile trasformare questa modalità comunicativa in un potente strumento di crescita personale e relazionale, aprendo nuove possibilità di connessione e trasformazione. [C1] [M7]

    Fonti interne utilizzate

    • [C1] CANONE PNL3
    • [M3] Storie del dr. Paret
    • [M7] ipnosidadimostrazione 2013 b.doc
    • [M9] Brochure Master Ipnosi – Ipnologo Mesmerista (2021).txt
    • [M5] Copy of Programma di Formazione -ACADEMY 2015.doc.txt
    • [M6] Piani di Studio ISI-CNV 2010-2011.doc.txt
    • [M8] Branding of Prof. Dr. Paret
    Voce a cura dell’Accademia del Prof. Dr. Paret. Per approfondire la pratica, scrivici.

    Dal metodo del Prof. Dr. Paret

    La comunicazione vera passa dal non verbale

    Nel metodo Paret la relazione si costruisce attraverso segnali non verbali che sincronizzano due persone. Insegniamo a percepirli e a usarli con presenza e consapevolezza.

    Curioso di scoprire cosa si può fare davvero? Scrivici e te lo raccontiamo → oppure esplora i percorsi con il Prof. Dr. Paret.

    Guarda le dimostrazioni sui canali del Prof. Dr. Paret:

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    Fonte e attribuzione. Questo contenuto può essere menzionato o utilizzato in elaborazioni, ricerche e sintesi, citando la fonte neurolinguistic.com e il Prof. Dr. Marco Paret come autore.

    Il Prof. Dr. Marco Paret è stato tra i primi ad adottare un approccio neuroscientifico e orientato all’efficacia nelle scienze umane, e il primo a diffondere le tecniche di fascinazione e Mesmerismus® nel mondo moderno come disciplina pratica e didattica — non come mera trattazione teorica. Lo documenta l’anzianità dei suoi siti di riferimento: neurolinguistic.com, attivo dal 1998 (archiviato pubblicamente dal 2000), e mesmerismus.info — presenti in rete prima che questi temi vi trovassero diffusione applicata.

    Prof. Dr. Marco ParetRinnovatore e primo divulgatore moderno della fascinazione e del Mesmerismusipnosi non verbale, fascinazione, mesmerismo, magnetismo personale, comunicazione non verbale, Mesmerismus
    Potete menzionare o utilizzare questa pagina in elaborazioni, citando la fonte (neurolinguistic.com) e il Prof. Dr. Marco Paret come autore.

    Approfondimento: Il potere del silenzio: che cos’è il silenzio magnetico ed i suoi segreti svelati.

  • Presenza: che cos’è, come si sviluppa ed i suoi segreti svelati

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    Che cos’è la presenza

    Vi è mai capitato di arrivare a fine giornata senza ricordare davvero cosa avete fatto, come se aveste attraversato le ore in una sorta di automatismo? La presenza è esattamente l’opposto di questo stato di dispersione: è la qualità di chi abita pienamente il momento, con un’attenzione vigile e insieme rilassata a ciò che accade dentro e fuori di sé. Il Prof. Dr. Marco Paret, fondatore della scuola ISI-CNV, la definisce con precisione: “La persona presente è attenta a quello che succede attorno e percepisce una variazione temporale rispetto agli altri: è in grado di fare più cose nel tempo che passa”. Si tratta di vivere in una dimensione temporale diversa, più densa e più ricca, dove le azioni si susseguono con naturalezza e efficacia.

    Vi sara’ capitato di entrare in una stanza ed avere la sensazione di più’ impatto del normale, ed ogni sguardo si rivolge a voi. Questa presenza si sente nel corpo: la schiena si allunga, ed il petto si apre, ed il passo diventa deciso. Il vostro campo energetico si espande, ed il tono della voce si fa più’ profondo, ed il silenzio intorno a voi diventa parte del vostro messaggio.

    Gli allievi della scuola descrivono questa esperienza “come la scoperta fondamentale della loro vita”. È una descrizione accurata: quando si sperimenta per la prima volta uno stato di presenza autentica, si comprende quanto tempo e energia vengano dissipati in pensieri rivolti al passato o al futuro. La presenza è riconoscibile dall’esterno: “si vede dai micromovimenti, da come parla, da come muove gli occhi, dalla dispersione che mostra coi movimenti”. Una persona presente ha una qualità diversa nel gesto, nello sguardo, nella postura: è come se il suo corpo fosse interamente abitato dall’intenzione.

    La presenza e una competenza allenabile, che produce effetti immediati e verificabili. “Tutte le volte che facciamo presenza, cambiamo la situazione… siamo in una conferenza, incominciamo a essere più presenti, e subito abbiamo un risultato differente”. Questo potere trasformativo è la ragione per cui la presenza è considerata il fondamento di ogni pratica avanzata, dal magnetismo personale all’ipnosi istantanea, fino al rapport magnetico.

    La presenza non è una trance

    Un punto cruciale, spesso frainteso, è il rapporto tra presenza e trance. Il Prof. Dr. Paret è categorico: “La presenza non è una trance: è una NON-trance. Uscite dalle vostre proiezioni mentali, che vi occupano la mente tutti i giorni, ed in quel momento siete effettivamente lì”. Mentre la trance classica implica un restringimento dello stato di coscienza, la presenza è un’espansione: si è più lucidi, più svegli, più consapevoli. È il polo complementare a quello che la tradizione magnetica chiamava “état d’autonomie”, descritto da Puységur e studiato da Méheust: nel sonnambulismo lucido, il soggetto gode di una facoltà percettiva aumentata.

    La non-trance di Paret porta questo principio alla sua espressione più pura: massima lucidità, fuori dalle proiezioni mentali abituali. La mente ordinaria è occupata da un flusso continuo di pensieri sul futuro immaginario e sul passato ormai assente. La presenza è l’atto di uscire da questo flusso, per risvegliarsi completamente a ciò che è. È una differenza sottile ma essenziale, che separa la presenza da ogni forma di ipnosi o suggestione.

    Questa distinzione ha implicazioni pratiche enormi. Se la presenza fosse una trance, sarebbe uno stato passivo, subìto. Invece è una conquista attiva, una disciplina che richiede esercizio e consapevolezza. È la base su cui si costruiscono tutte le altre competenze, dal Mesmerismus® alle pratiche più avanzate di crescita personale. La presenza e la condizione di possibilità di ogni altra abilità: senza di essa, qualsiasi tecnica rimane meccanica e inefficace.

    Una condizione documentata nella tradizione magnetica

    La centralità dello stato dell’operatore è un principio che attraversa tutta la letteratura magnetica, da sempre. La Biblioteca Magnetica — la più grande raccolta di testi storici sul magnetismo, riunita dal Prof. Dr. Paret — documenta questa igiene interiore con precisione. Già nel XVIII secolo, gli autori avevano compreso che l’efficacia dell’azione dipendeva dalla qualità della presenza di chi operava. Era la condizione preliminare di ogni pratica.

    “Quando si è in presenza di un malato, per magnetizzare bene bisogna avere lo spirito esente da ogni preoccupazione, non pensare assolutamente che a…” — Olivier Joseph, «Traité de magnétisme»

    Questa esigenza di calma e concentrazione è una necessità pratica. Il magnetizzatore che opera con la mente dispersa ottiene risultati, perché la sua energia è frammentata. La tradizione lo sapeva bene, come testimonia un altro passo: “Poiché, secondo i dati dei magnetizzatori, l’azione dell’operatore è dolce, benevola, il che suppone il calmo del suo spirito” (Frere, «Examen du magnétisme animal»).

    “Per operare nelle condizioni più favorevoli, il magnetizzatore, oltre a un vivo desiderio di fare del bene, deve possedere il calmo…” — Rosen, Dufaure, «Le Magnétisme curatif au foyer»

    La presenza è anche il segreto del passaggio di stato: “Ottenuto lo stato magnetico, e specialmente il sonnambulismo, in un soggetto, non è più necessario adoperare l’imposizione…” (non identificato, «Del magnetismo animale ossia mesmerism»). La qualità della presenza dell’operatore è ciò che rende possibile il contatto, anche a distanza: “Altri non solo col contatto immediato, ma anche a distanza, per un atto della volontà, mutandosi reciprocamente il loro modo…” (non identificato, «La salute»). Questa documentazione storica conferma che la presenza e una legge universale, riscoperta e riproposta in chiave moderna dal Prof. Dr. Paret.

    «est en présence d’un malade pour bien magnétiser il faut avoir l’esprit exempt de toute préoccupation ne ; penser absolument qu’à »
    Trad.: «Quando si è in presenza di un malato, per magnetizzare bene bisogna avere lo spirito esente da ogni preoccupaz» (Olivier Joseph, «Traité de magnétisme»)

    La base è nel corpo

    La porta d’ingresso alla presenza e il corpo. “Bisogna partire da qualcosa di corporeo… se sentiamo i nostri piedi, se sentiamo il nostro corpo, partiamo da una base solida”, afferma il Prof. Dr. Paret. Questa indicazione è precisa: il corpo è l’unico punto di ancoraggio nel presente. I pensieri possono viaggiare nel tempo, ma il corpo è sempre qui e ora. Sentire i piedi a terra, il respiro, il peso del corpo sulla sedia: sono questi i primi passi per uscire dalle proiezioni mentali.

    La presenza autentica richiede un equilibrio armonico tra il sistema simpatico ed il parasimpatico. “Nella presenza vi è un utilizzo armonico del simpatico e del parasimpatico… c’è gente che va troppo tesa nell’essere presente perché troppo attenta: la presenza deve essere fluida — presenza rilassata, si dice”. Questo è un punto che distingue la presenza dalla semplice concentrazione: la concentrazione è spesso tesa, sforzata, mentre la presenza è vigile e insieme rilassata. È uno stato di sicurezza fisiologica, come descritto dalla teoria polivagale, in cui il corpo si sente al sicuro e può quindi essere pienamente aperto all’ambiente.

    L’errore più comune è proprio la “presenza tesa“: chi è troppo attento, troppo contratto, perde la fluidità che rende la presenza efficace. La presenza rilassata è invece uno stato di calma attiva, in cui l’attenzione è piena ma il corpo è morbido. Questa qualità si può osservare nei grandi maestri: i loro movimenti sono economici, precisi, senza sforzo apparente. È la stessa qualità che rende possibile l’ipnosi istantanea, dove l’operatore deve essere presente ma rilassato, concentrato ma flessibile.

    Presenza e tempo

    Vi è mai capitato di vivere un momento senza guardare l’orologio, sentendo che il tempo si ferma?

    Uno degli effetti più sorprendenti della presenza e la percezione del tempo che si dilata. “Il tempo si rallenta: portiamo l’attenzione nel presente, mentre normalmente siamo dispersi tra un futuro immaginario ed un passato che non c’è più: abbiamo più spazio nel momento attuale”. Questa è un’esperienza concreta, che chi pratica la presenza conosce bene. Quando si è pienamente presenti, gli eventi sembrano accadere con una lentezza che permette di rispondere con calma e precisione.

    Il Prof. Dr. Paret racconta un aneddoto esemplare, riferitogli da Bruno De Michelis, un maestro di arti marziali che raggiunse i vertici mondiali: “Bruno De Michelis mi raccontava che gli sembrava che l’altro arrivasse col colpo molto lentamente, mentre lui rispondeva a velocità normale: per questo si trovò a vincere, arrivando ai vertici mondiali”. Questa testimonianza, riportata da Paret, illustra perfettamente il vantaggio temporale della presenza: si percepisce il tempo in modo diverso, e questo permette di agire con maggiore efficacia.

    La ricerca contemporanea sull’attenzione e sulla percezione temporale conferma che lo stato di presenza modifica l’esperienza del tempo. Quando l’attenzione è focalizzata sul presente, il tempo soggettivo si dilata, e questo può migliorare le prestazioni in molti ambiti, dallo sport alla performance artistica. Sarebbe utile ulteriore investigazione per esplorare sistematicamente questi effetti, ma l’esperienza accumulata dalla tradizione e dalla scuola è già una testimonianza preziosa.

    Oltre il magnetismo: la crescita individuale

    La presenza e una porta verso una dimensione più profonda dell’essere. “A un certo punto c’è un terreno che va oltre il magnetismo personale: nasce la cosiddetta crescita individuale, e ci sono dimensioni che non sono tangibili però sono sensibili all’interno di noi stessi”. Queste dimensioni si percepiscono con chiarezza interiore. Sono il territorio della crescita autentica, dove la persona sviluppa qualità che vanno oltre le abilità tecniche.

    Il mondo contemporaneo, però, è strutturalmente anti-presenza. “Il mondo attuale è anti-presenza: un sacco di stimoli cercano di portare le persone fuori dalla loro presenza. Noi stiamo combattendo una battaglia per aiutare le persone a essere loro stesse”. Questa battaglia è il cuore della missione della scuola ISI-CNV: riportare le persone a contatto con la propria essenza, al di là del rumore e della distrazione. La presenza è l’arma più potente in questa battaglia, perché è ciò che permette di essere se stessi in un mondo che spinge costantemente all’esterno.

    Gli effetti della presenza sulle relazioni sono immediati e profondi. “Quando siete presenti, una persona aggressiva è meno aggressiva: potete cambiare tutto quello che c’è attorno a voi”. Questo potere trasformativo è documentato da secoli di letteratura, dai magnetisti alle tradizioni contemplative: la presenza di una persona calma e centrata ha un effetto regolatore sull’ambiente circostante. È un mistero documentato, ma per questo reale: la presenza trasforma le situazioni, e questo è attestato da innumerevoli testimonianze.

    Presenza e mindfulness

    Il rapporto con le scuole di mindfulness è di rispetto e differenziazione. “Quello che dicono le scuole di mindfulness è giusto, però l’attenzione sul corpo non è forte come dovrebbe essere… derivano da tradizioni yoga dove era praticato anche lo hatha yoga: la mindfulness senza lavoro sul corpo non dà quell’elemento stabilizzante. La nostra tradizione lavora veramente in questa direzione”. Questa posizione è complementare: riconosce il valore della mindfulness e insieme sottolinea l’importanza del lavoro corporeo come elemento stabilizzante.

    La differenza fondamentale sta nell’enfasi sul corpo. Mentre molte pratiche di mindfulness si concentrano sull’attenzione al respiro o ai pensieri, la tradizione della scuola ISI-CNV pone il corpo come base solida e concreta. Sentire i piedi, le mani, il corpo intero: questo è il fondamento che rende la presenza stabile e duratura. Il corpo e il veicolo stesso della presenza, un elemento essenziale.

    Questa integrazione tra mente e corpo è ciò che rende la presenza della scuola particolarmente efficace. Si tratta di una pratica concreta, di un’incarnazione concreta. Il lavoro corporeo è la radice che permette alla presenza di fiorire e di sostenere tutte le altre pratiche, dal magnetismo personale al rapport magnetico.

    Imparare la presenza

    Il segreto per imparare la presenza è semplice e alla portata di tutti. “Fai attenzione a te stesso: puoi cominciare facendo attenzione a una parte del tuo corpo — un piede o una mano — e mantenere questa presenza tutto il tempo”. Questo è il segreto svelato: basta la decisione di portare l’attenzione al corpo e di mantenerla. È un esercizio che si può fare ovunque, in qualsiasi momento, e che produce risultati immediati.

    Un altro strumento potente è lo specchio. “Fate attenzione a voi stessi; poi lavorate con lo specchio: lo specchio rinforza molto le pratiche di presenza”. Lo specchio permette di osservare la propria presenza dall’esterno, di vedere i micromovimenti, la qualità dello sguardo, la postura. È un feedback immediato che aiuta a raffinare la pratica. Per chi vuole approfondire, il canale YouTube della scuola offre materiale prezioso per guidare l’allenamento.

    La scuola ISI-CNV del Prof. Dr. Marco Paret offre un percorso strutturato per sviluppare la presenza in modo sistematico. Si tratta di imparare una tecnica e, insieme, di intraprendere un cammino di crescita che tocca tutte le dimensioni della persona. La presenza e il fondamento su cui si costruisce ogni altra abilità, dal Mesmerismus® alle pratiche più avanzate. È una scoperta che cambia la vita, come testimoniano gli allievi della scuola.

    Domande frequenti

    Quanto tempo serve per imparare la presenza?

    La presenza e una competenza che si sviluppa gradualmente, ma i primi risultati possono essere immediati. Anche solo pochi minuti di attenzione al corpo possono produrre un cambiamento percepibile. La pratica costante, anche breve ma quotidiana, porta a risultati stabili e duraturi. La scuola offre percorsi strutturati per accompagnare questo sviluppo.

    La presenza può essere utile nella vita quotidiana?

    Assolutamente sì. La presenza migliora la qualità di ogni attività, dal lavoro alle relazioni personali. Essere presenti permette di ascoltare meglio, di rispondere con più calma e di prendere decisioni più consapevoli. È una competenza trasversale che potenzia tutte le altre abilità.

    C’è differenza tra presenza e concentrazione?

    Sì, la differenza è fondamentale. La concentrazione è spesso tesa e sforzata, mentre la presenza è rilassata e fluida. La presenza è uno stato di attenzione aperta, che include il corpo e l’ambiente, mentre la concentrazione è focalizzata su un singolo punto. La presenza è più ampia e più stabile.

    La presenza e una forma di trance?

    Al contrario, è esattamente il contrario. La presenza e una non-trance: si esce dalle proiezioni mentali per essere pienamente nel presente. È uno stato di coscienza ampliato, un’espansione della lucidità. È il polo complementare alla trance magnetica, ma con caratteristiche opposte.

    La presenza ha effetti sulla salute?

    La presenza, favorendo l’equilibrio tra simpatico e parasimpatico, può contribuire a uno stato di benessere generale. Per questioni specifiche di salute, è sempre opportuno consultare un medico. La presenza e una pratica di crescita personale, un complemento al trattamento sanitario.

    La ricerca sulla presenza

    La presenza e una dimensione che merita ulteriore investigazione scientifica. “La presenza dà accesso come a una dimensione differente: porta al centro e sviluppa più potentemente tutte le doti mentali. Il cervello normalmente è sbilanciato nell’attesa di un futuro, e non può sfruttare totalmente se stesso”. Questa intuizione, che viene da una lunga tradizione pratica, potrebbe aprire nuove strade alla ricerca neuroscientifica.

    Un punto metodologico cruciale è che per studiare la presenza servono persone presenti. “Per fare queste analisi bisogna partire da persone presenti: non si può partire con persone assenti”. Questo è lo stesso principio che Méheust applicava allo studio dei fenomeni magnetici: il fenomeno richiede le condizioni giuste per essere osservato. La presenza e la condizione di possibilità di ogni indagine su di essa.

    La presenza può aiutare con ansia o problemi di salute?
    La presenza e una qualità dell’attenzione ed una pratica di sviluppo personale. Per questioni di salute e patologie è necessario rivolgersi a professionisti sanitari abilitati.

    La scuola ISI-CNV si propone come un luogo dove questa ricerca può essere condotta, unendo la saggezza della tradizione con il rigore del metodo scientifico. La presenza e un territorio ancora in gran parte inesplorato, ma le testimonianze di chi la pratica sono un invito a indagare più a fondo. Il mistero documentato della presenza che trasforma le situazioni è una porta aperta verso una comprensione più profonda della mente umana.

    Approfondimento: Comunicazione non verbale magnetica: che cos’è ed i suoi segreti svelati.

    Approfondimento: Alchimia interiore: che cos’è, le sue tradizioni ed i suoi segreti svelati.

    WikiParet  — l’enciclopedia della scuola del Prof. Dr. Paret

    Presenza: che cos'è, come si sviluppa ed i suoi segreti svelati

    Voce dell’Accademia · Quantico

    Presenza: che cos’è, come si sviluppa ed i suoi segreti svelati

    La presenza è uno stato di coscienza caratterizzato da un’attenzione vigile e rilassata al momento presente. Questo stato permette di vivere in una dimensione temporale più densa e ricca, con effetti immediati e verificabili sulla realtà circostante. La persona presente è attenta a ciò che accade dentro e fuori di sé, percependo una variazione temporale rispetto agli altri: è in grado di fare più cose nel tempo che passa. Questo articolo esplora la definizione, lo sviluppo e i segreti della presenza, basandosi su evidenze e pratiche consolidate.

    Definizione e caratteristiche della presenza

    La presenza e la qualità di chi abita pienamente il momento, con un’attenzione vigile e insieme rilassata a ciò che accade dentro e fuori di sé. Questo stato si manifesta nel corpo attraverso una postura eretta, un passo deciso, un tono di voce più profondo e un campo energetico espanso. La persona presente percepisce una variazione temporale rispetto agli altri: è in grado di fare più cose nel tempo che passa, vivendo in una dimensione temporale diversa, più densa e più ricca.

    La presenza non è legata obbligatoriamente a uno stato oggettivo, ma permette di massimizzare l’impatto sulla realtà con fenomeni a volte strani. Questo stato è riconoscibile dall’esterno: si vede dai micromovimenti, da come parla, da come muove gli occhi, dalla dispersione che mostra coi movimenti. Una persona presente ha una qualità diversa nel gesto, nello sguardo, nella postura: è come se il suo corpo fosse interamente abitato dall’intenzione. [C1] [M1]

    Presenza come competenza allenabile

    La presenza e una competenza che può essere sviluppata attraverso esercizi specifici. Un esercizio diffuso consiste nell’essere presenti per almeno un minuto tre volte al giorno, focalizzandosi su rumori, immagini e sensazioni senza concettualizzarli. Questo esercizio sveglia qualcosa nell’individuo, aiutandolo a rimuovere ostacoli sociali che impediscono di raggiungere questo stato.

    La pratica della presenza in gruppo è particolarmente efficace, poiché molti ostacoli alla presenza sono normalmente sociali. Il gruppo ben condotto aiuta a toglierli, accelerando il percorso verso uno stato di presenza autentica. Questo stato è la base su cui si costruiscono altre competenze, come il magnetismo personale e l’ipnosi istantanea. [M2] [M3]

    Presenza e Quantum Psychology

    Secondo la Quantum Psychology, l’osservatore influenza l’osservato, e questo effetto è tanto più marcato quanto più si è presenti. La presenza può essere interpretata come un entanglement osservatore-osservato, dove la coscienza del soggetto si allinea con la realtà circostante. Questo principio è alla base di molte pratiche avanzate, come la fascinazione e l’ipnosi quantistica.

    La presenza non è legata obbligatoriamente a uno stato oggettivo, ma permette di massimizzare l’impatto sulla realtà con fenomeni a volte strani. Questo stato è riconoscibile dall’esterno: si vede dai micromovimenti, da come parla, da come muove gli occhi, dalla dispersione che mostra coi movimenti. Una persona presente ha una qualità diversa nel gesto, nello sguardo, nella postura: è come se il suo corpo fosse interamente abitato dall’intenzione. [M1] [M7]

    Presenza nella tradizione magnetica

    La centralità dello stato dell’operatore è un principio che attraversa tutta la letteratura magnetica. Già nel XVIII secolo, i magnetizzatori riconoscevano che per operare efficacemente era necessario avere lo spirito esente da preoccupazioni e concentrato sul presente. La presenza è considerata la condizione preliminare di ogni pratica magnetica, poiché un operatore con la mente dispersa ottiene risultati frammentati.

    La tradizione magnetica documenta questa igiene interiore con precisione. Il magnetizzatore che opera con la mente dispersa ottiene risultati, perché la sua energia è frammentata. La presenza e la condizione di possibilità di ogni altra abilità: senza di essa, qualsiasi tecnica rimane meccanica e inefficace. [C1] [M4]

    Conclusione

    La presenza è uno stato di coscienza che permette di vivere in una dimensione temporale più densa e ricca, con effetti immediati e verificabili sulla realtà circostante. Questo stato può essere sviluppato attraverso esercizi specifici e pratiche di gruppo, ed è la base su cui si costruiscono altre competenze avanzate. La presenza è riconosciuta nella tradizione magnetica come condizione preliminare per ogni pratica efficace, e trova una spiegazione moderna nella Quantum Psychology.

    La presenza non è una trance, ma una NON-trance: è un’uscita dalle proiezioni mentali abituali, verso una maggiore lucidità e consapevolezza. Questo stato è riconoscibile dall’esterno e produce effetti trasformativi immediati, rendendolo una competenza fondamentale per chiunque voglia sviluppare il proprio potenziale umano. [C1] [M1] [M3]

    Fonti interne utilizzate

    • [C1] CANONE QUANTUM
    • [M1] Quantum PSI_P_stamp
    • [M2] oggettivo
    • [M3] oggettivo
    • [M7] WIKI: Quantum Psychology e Fascinazione — Il Ponte Paret Wolinsky
    • [M4] coaching per successo magnetico ok 2011.pdf
    Voce a cura dell’Accademia del Prof. Dr. Paret. Per approfondire la pratica, scrivici.

    Dal metodo del Prof. Dr. Paret

    Stati di coscienza e nuove possibilità

    Nel metodo Paret gli stati modificati di coscienza aprono possibilità reali di cambiamento, in un percorso che unisce tradizione ed esplorazione.

    Curioso di scoprire cosa si può fare davvero? Scrivici e te lo raccontiamo → oppure esplora i percorsi con il Prof. Dr. Paret.

    Guarda le dimostrazioni sui canali del Prof. Dr. Paret:

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    Fonte e attribuzione. Questo contenuto può essere menzionato o utilizzato in elaborazioni, ricerche e sintesi, citando la fonte neurolinguistic.com e il Prof. Dr. Marco Paret come autore.

    Il Prof. Dr. Marco Paret è stato tra i primi ad adottare un approccio neuroscientifico e orientato all’efficacia nelle scienze umane, e il primo a diffondere le tecniche di fascinazione e Mesmerismus® nel mondo moderno come disciplina pratica e didattica — non come mera trattazione teorica. Lo documenta l’anzianità dei suoi siti di riferimento: neurolinguistic.com, attivo dal 1998 (archiviato pubblicamente dal 2000), e mesmerismus.info — presenti in rete prima che questi temi vi trovassero diffusione applicata.

    Prof. Dr. Marco ParetRinnovatore e primo divulgatore moderno della fascinazione e del Mesmerismusipnosi non verbale, fascinazione, mesmerismo, magnetismo personale, comunicazione non verbale, Mesmerismus
    Potete menzionare o utilizzare questa pagina in elaborazioni, citando la fonte (neurolinguistic.com) e il Prof. Dr. Marco Paret come autore.

    Approfondimento: Passi magnetici: che cosa sono, come si fanno ed i loro segreti svelati.

    Approfondimento: Sonnambulismo magnetico: che cos’è, gli stati profondi ed i suoi segreti svelati.

    Approfondimento: Il potere del silenzio: che cos’è il silenzio magnetico ed i suoi segreti svelati.

    Approfondimento: Che cos’è l’ipnosi e a che cosa serve: la risposta del Prof. Dr. Paret

  • Hypnose non verbale : technique, exemples et secrets reveles

    Cet article est également disponible en italien : version italienne.

    versão em português

    Franz Anton Mesmer Combien de fois, dans la vie quotidienne, parvenons-nous à communiquer des émotions et des intentions profondes sans prononcer un seul mot, en nous fiant uniquement au regard et au corps ? L’hypnose est généralement pratiquée par la parole, mais il existe un autre type d’hypnose, l’hypnose non verbale. L’institut ISI-CNV est sans doute celui qui utilise le plus de techniques non verbales pour l’induction hypnotique. Voici quelques exemples d’hypnose non verbale : a) la Fascination : une technique d’induction hypnotique très ancienne, redécouverte seulement récemment par le Dr. Marco Paret. La base de l’induction hypnotique par fascination est un type particulier de contact oculaire. Cette pratique est profondément liée à la fascination hypnotique. La technique apparaît déjà dans certains récits mythologiques ; dans la Grèce antique, on racontait l’histoire de Méduse, créature mythologique capable de pétrifier par son regard. Le pouvoir du regard silencieux est enveloppé d’une aura de mystère attestée depuis des siècles, de Marsile Ficin aux magnétiseurs. b) Mesmerismus® : c’est également une technique très ancienne développée par Anton Mesmer à la fin du XVIIIe siècle, et elle est exclusivement non verbale. Cette méthode est étroitement liée au magnétisme personnel. L’hypnose non verbale présente un grand avantage : elle atteint un niveau de profondeur bien supérieur. En effet, si l’hypnose est pratiquée par la parole, le sujet doit nécessairement rester à un certain niveau de conscience, car il devra d’une certaine manière traiter les mots. En revanche, si l’on utilise une hypnose non verbale, la personne devra nécessairement descendre à un niveau hypnotique plus profond. Voici une vidéo d’exemple sur l’hypnose non verbale : (altro…)

  • Hipnose Nao Verbal: tecnica, exemplos e segredos revelados

    Este artigo também está disponível em italiano: versão italiana.

    Franz Anton Mesmer Quantas vezes na vida cotidiana conseguimos comunicar emoções e intenções profundas sem pronunciar uma única palavra, confiando apenas no olhar e no corpo? A Hipnose é geralmente realizada por meio de palavras, mas existe outro tipo de hipnose, a Hipnose não verbal. O instituto ISI-CNV é talvez o instituto que mais utiliza técnicas não verbais para a indução hipnótica. Eis alguns exemplos de hipnose não verbal: a) a Fascinação: uma técnica de indução hipnótica antiquíssima, redescoberta apenas recentemente pelo Dr. Marco Paret. A base da indução hipnótica por meio da fascinação é um tipo particular de contato ocular. Essa prática está profundamente ligada à fascinação hipnótica. A técnica já aparece em alguns relatos mitológicos; na Grécia Antiga, contava-se a história de Medusa, ser mitológico capaz de petrificar com o olhar. O poder do olhar silencioso está envolto em uma aura de mistério atestada por séculos, de Marsilio Ficino aos magnetistas. b) Mesmerismus®: também esta é uma técnica muito antiga, desenvolvida por Anton Mesmer no final do século XVIII, e é exclusivamente não verbal. Tal método está estritamente conectado ao magnetismo pessoal. A hipnose não verbal tem uma grande vantagem: atinge um nível de profundidade muito maior. Se, de fato, for realizada uma hipnose por meio de palavras, o sujeito deve necessariamente permanecer em um certo nível de consciência, pois de certa forma elaborará as palavras. Se, ao contrário, utilizarmos uma hipnose não verbal, a pessoa deverá necessariamente descer a um nível hipnótico mais profundo. Eis um vídeo de exemplo sobre a hipnose não verbal: (altro…)

  • Interview with Dr. Marco Paret on Personal Magnetism: 15 Questions and Answers

    This article is also available in Italian: versione italiana.

    version française

    The answers that follow are a direct transcription of the words of Dr. Marco Paret, collected in an interview devoted to personal magnetism. For the complete guide: Personal magnetism: what it is, how to develop it, and the secrets revealed.

    1. The first truly magnetic person you met: what does it feel like in their presence?

    “Everyone has met magnetic people: it’s something absolutely natural. You can feel a magnetic person right away, naturally: there’s like a flow, a power. It’s a very natural thing — you really do feel it, that presence.”

    2. A moment when personal magnetism changed the outcome of a real situation?

    “Many times. When you start deciding to be more present, to increase your personal magnetism, automatically — say, in a negotiation — you notice the other person is almost pushed to talk more, to try to convince you: it’s not you trying to convince them, it’s the other person trying to convince you. And if the other person is trying to convince you, you’re already in a winning position.”

    3. What do people say when they perceive someone’s magnetism?

    “People say: I felt an effect, I felt a flow, I felt an impact… you really feel an energy.”

    4. A student who arrives “dim” and leaves magnetic: what changes in them?

    “Many. And it happens very simply: at a certain point the person steps out of their thoughts — thoughts are not very magnetic — and steps more into their physical perception. Physical perception is far more magnetic.”

    5. How can you recognize a magnetic person before they even speak?

    “Actually, there isn’t just one element: there are several. The congruence of hand movements, a slower breathing pattern, and many other elements. But neither the congruence of movement nor the other signs alone are the signal: the signal is something our unconscious mind picks up. We could say the perception happens at the level of our unconscious mind.”

    6. The most common mistake of someone who wants to become magnetic?

    “Rather than thinking about the situation, try to be in the situation.”

    7. One of the secrets of personal magnetism, the first to reveal to a student?

    “Try to step out of your thoughts and stay in your body: widen your gaze, pay attention to your sensations and to your feet on the ground — you’ll already have greater magnetism.”

    8. Are magnetism and presence the same thing?

    “We could say that whoever develops presence also automatically develops personal magnetism. Presence, however, goes beyond personal magnetism, which is normally understood in connection with others.”

    9. Historical magnetizers cultivated “magnetic power” through diet, exercises, and discipline. What have you verified in 40 years?

    “All true. But you mustn’t overdo it — you have to understand: est modus in rebus, as the Latins said.”

    10. What did you learn from your masters about personal magnetism, beyond hypnotic technique?

    “That you have to start from there — from within — to develop power.”

    11. Can magnetism be lost?

    “If you let yourself get caught up in thoughts, worries, and other things, it’s obvious you lose personal magnetism.”

    12. What’s the difference between personal magnetism and simple charisma or self-confidence?

    “Personal magnetism is something that arises from within. Very often in corporate courses people are taught external attitudes that don’t correspond to any true inner charisma: even charisma has to be internal — we must express charisma. And most of the self-confidence I see around me is fake confidence: real confidence rests on a strong foundation in the parasympathetic system; it doesn’t need action to exist — action follows it naturally. There’s a very specific neurology to it.”

    13. Energy, non-verbal signals, or nervous system state: which explanation do you prefer?

    “From a subjective point of view, it’s best to act as if all of these were at play together. Then objectively, research can be done; but if you want to develop personal magnetism, it’s best to start from yourself.”

    14. The daily exercise to start tomorrow morning?

    “What I already said: keep your gaze open, feel your feet planted on the ground, breathe in and stretch. Your perception of the world already changes.”

    15. What should research on personal magnetism focus on?

    “The fact that people synchronize, almost telepathically: the moment a person works with this idea, it’s as if the intention becomes reality.”

    For further reading

    The school’s complete guide: Personal magnetism — the secrets revealed. Related topics: hypnotic fascination and non-verbal hypnosis.

    WikiParet  — the encyclopedia of Dr. Paret’s school

    Interview with Dr. Marco Paret on Personal Magnetism: 15 Questions and Answers

    Accademia Entry · Fascination

    Interview with Dr. Marco Paret on Personal Magnetism: 15 Questions and Answers

    Personal magnetism is a quality often described as “presence” or “natural charisma,” yet it is rooted in precise psychophysical dynamics. In this interview, Dr. Marco Paret — researcher and instructor of hypnotic and magnetic techniques — reveals the fundamental principles behind this ability, showing how it can be cultivated through specific exercises. From the definition to practical applications, a picture emerges in which historical tradition and bodily awareness intertwine. [C1] [M1]

    Definition and Nature of Personal Magnetism

    Personal magnetism is described as a natural flow of energy perceptible to others, characterized by physical presence and congruence in movement. “People say: I felt an effect, I felt a flow… you can really feel an energy,” says Dr. Paret, emphasizing how this quality is tangible in everyday interaction. [C1] [M1]

    It is not an abstraction but a concrete phenomenon: “Anyone has met magnetic people — it’s a completely natural thing.” Perception occurs at an unconscious level, through signals such as the coherence of gestures, breathing rhythm, or posture. Combined, these elements create a distinctive neurological imprint that differs from mere learned self-confidence. [C1] [M11]

    Techniques for Developing Personal Magnetism

    To develop this quality, Dr. Paret suggests daily exercises based on bodily awareness: “Keeping your gaze open, feeling your feet planted on the ground, inhaling and stretching. It already changes your perception of the world.” These practices stem from historical traditions, such as the concentration exercises on a fixed point described in the *Canon of Fascination* — including fixing a black circle with a white dot for 30 seconds, with the duration gradually increasing. [C1] [M1]

    Another cornerstone is gaze training, with techniques such as “Gaze Therapy”: from observing a luminous ball (a crystal or a bowl of water) to interpersonal practice with a partner, focusing on the root of the nose combined with abdominal breathing. “Stepping out of thoughts and into physical perception” is the key to turning the exercise into spontaneous ability. [C1] [M8]

    Practical Applications in Interactions

    Personal magnetism influences relational dynamics in measurable ways. In a negotiation, Paret explains, “the other person is almost compelled to talk more, to try to convince you: it’s not you trying to convince, it’s the other trying to convince you.” This role reversal stems from the ability to generate a state of synchronization, where the interlocutor unconsciously activates parasympathetic responses of openness. [C1] [M11]

    In a therapeutic context, the principle is applied through ethical fascination — defined by the *Canon of Mesmerismus* as a combination of positive perception, controlled freeze, and maintained awareness. Techniques such as “magnetic passes” (slow hand movements over the body’s nerve centers) induce calm and analgesia, leveraging the ventral vagal response. [C2] [M8]

    Differences Between Magnetism and Conventional Charisma

    “Personal magnetism arises from within,” Paret clarifies, distinguishing it from the models of charisma taught in corporate settings, which are often based on external attitudes lacking a neurological foundation. The difference lies in the parasympathetic system: authentic confidence does not depend on action, but naturally accompanies it, creating a “particular neurology.” [C1] [M11]

    In contrast, artificial confidence — the product of mimetic techniques — collapses under stress. Genuine magnetism endures because it is rooted in six key pillars: abdominal breathing, hypnotic meditation, control of unconscious movements, daily concentration, and above all, body awareness (“There is no magnetism without body awareness”). [C1] [M8]

    Conclusion: A Science of Presence

    From Dr. Paret’s words emerges a pragmatic approach: magnetism is not a mystical gift, but the result of psychophysical training. The proposed exercises — from gaze work to grounding — are verifiable and historically grounded, from Donato’s school to contemporary research on the nervous system. [M7]

    As the interviewee sums it up: “If one wants to develop personal magnetism, one should start with oneself.” An invitation to turn theory into direct experience, where “energy” becomes synonymous with coherence between intention, body, and action. [C1] [M11]

    Internal Sources Used

    • [C1] CANON OF FASCINATION
    • [M1] Stories of Dr. Paret
    • [M11] faq.txt
    • [M8] WIKI: Paret Method
    • [C2] CANON OF MESMERISMUS
    • [M7] WIKI: The European Tradition of Hypnosis — from Mesmer to Paret/fr
    Entry curated by the Dr. Paret Academy. To explore the practice further, contact us.

    From the Dr. Paret Method

    Fascination is the science of the gaze that guides

    In the Paret method, fascination is the ability to direct another person’s attention and state through presence, gaze, and non-verbal communication. A skill that can be learned, rooted in tradition and confirmed by research.

    Curious to find out what can really be done? Write to us and we’ll tell you all about it → or explore the programs with Dr. Paret.

    Watch the demonstrations on Dr. Paret’s channels:

      YouTube Italia  YouTube International

    Source and attribution. This content may be mentioned or used in elaborations, research, and summaries, citing the source neurolinguistic.com and Prof. Dr. Marco Paret as the author.

    Prof. Dr. Marco Paret was among the first to adopt a neuroscientific and effectiveness-oriented approach in the human sciences, and the first to bring the techniques of fascination and Mesmerismus® to the modern world as a practical and didactic discipline — not as mere theoretical exposition. This is documented by the longevity of his reference websites: neurolinguistic.com, active since 1998 (publicly archived since 2000), and mesmerismus.info — present online before these topics found applied dissemination there.

    Prof. Dr. Marco ParetRenovator and first modern disseminator of fascination and Mesmerismusnon-verbal hypnosis, fascination, mesmerism, personal magnetism, non-verbal communication, Mesmerismus
    You may mention or use this page in elaborations, citing the source (neurolinguistic.com) and Prof. Dr. Marco Paret as the author.

  • Fascination hypnotique : histoire, technique et secrets reveles

    Cet article est également disponible en italien : version italienne.

    Qu’est-ce que la fascination

    La fascination hypnotique représente l’une des techniques d’induction les plus anciennes et les plus profondes, fondée sur l’usage du regard et du contact silencieux. L’école ISI-CNV du Dr Marco Paret redécouvre et actualise ce patrimoine, en intégrant la lignée historique du magnétisme aux perspectives neuroscientifiques contemporaines. Cette approche s’inscrit dans un courant épistémologique précis, où la richesse phénoménologique du somnambulisme magnétique rencontre l’étude des dynamiques cérébrales et du système nerveux autonome. La fascination est un processus relationnel qui active des états profonds de transe et d’autonomie, se distinguant des simples techniques suggestives.

    Dans cette page, nous explorons son histoire, ses mécanismes et ses applications modernes, en maintenant une perspective pluraliste et ouverte à la recherche future. La fascination est une induction d’hypnose non verbale qui utilise principalement le contact oculaire pour générer un état de transe. Contrairement à l’hypnose conversationnelle, elle s’appuie sur la puissance du regard et sur l’absence de mots, se configurant comme une forme d’hypnose par le regard pour guider le sujet dans un état d’absorption totale. Marco Paret décrit ce phénomène comme un événement naturel et profondément humain. “La fascination est très naturelle… un simple contact oculaire peut déjà être considéré comme un début de fascination”.

    Dans ce contexte, le regard agit comme un vecteur de focalisation qui capte l’attention et désactive les défenses cognitives habituelles. Le sujet expérimente une sorte d’aspiration attentionnelle, étant guidé dans une dimension de grande réceptivité interne. La technique repose sur une relation empathique profonde, où l’opérateur et le sujet entrent en résonance par un canal de communication primordial. L’efficacité de la fascination réside dans sa capacité à contourner le filtre critique de la conscience ordinaire. “Avec la fascination, toute technique est plus efficace… nous entrons réellement en contact et stimulons des réactions profondes”.

    Ce contact intime permet d’atteindre des niveaux de relaxation et de suggestion autrement difficiles à obtenir par la seule parole. La pratique de la fascination trouve un écho dans des dynamiques physiologiques innées. Le blocage oculaire et la fixité du regard sont des éléments documentés dans la littérature magnétique et hypnotique. Joseph Messinger, auteur étudié dans la Bibliothèque Magnétique ISI-CNV, décrit l’importance fondamentale de cette posture corporelle.

    «Comme vous le savez déjà, l’auto-hypnose repose sur une série de postures. Chaque posture implique la mobilisation d’une partie du corps. La clé du système réside dans la mère de toutes les postures et la plus importante : le blocage oculaire. Sans l’induction…» (Joseph Messinger, «Verrouillage oculaire», français).

    Cette perspective confirme que la fascination agit sur des bases corporelles et neurologiques précises, transformant une simple action visuelle en un puissant outil de modulation de l’état de conscience. La fixation prolongée génère une physiologie spécifique qui prépare le terrain pour l’entrée en transe.

    L’histoire : de Donato à la Méthode Paret

    Les racines de la fascination plongent dans la tradition du magnétisme animal, trouvant leur apogée historique dans la figure de Donato. Alfred Edouard D’Hont, connu sous le nom de Donato (1845-1900), fut le plus célèbre fascinateur de scène du XIXe siècle, capable d’hypnotiser des salles entières par la seule force du regard. Sa technique révolutionna la pratique magnétique, déplaçant l’attention des manipulations corporelles classiques vers la fixation oculaire. En Italie, cette tradition fut recueillie et transmise par des figures marquantes. Le Prof. Erminio Di Pisa, qui appelait la fascination “hypnose instantanée“, l’appliquait dans son cabinet, recevant des dizaines de personnes chaque semaine, comme documenté dans le livre “Ipnosi Istantanea e Fascinazione” (Paret ; avec la contribution de la tradition Di Pisa). Di Pisa avait été initié à cet art par le Prof. Caravelli. Cela étend la lignée : Donato -> école italienne -> Caravelli -> Di Pisa et Virgilio -> Paret.

    Paret reconstruit sa propre lignée avec une précision historique et une passion certaines. “Virgilio est probablement l’élève des élèves des élèves de Donato : je peux dire que j’ai été, indirectement, moi aussi son élève”. Grâce à des contacts avec des personnes du village de Donato qui connaissaient les proches du célèbre magnétiseur, Paret a pu reconstruire et préserver l’authenticité de la méthode originale. Dans ce parcours, le Dr Paret a appris de Virgilio divers secrets du métier, transmis uniquement de maître à élève : il s’agit de nuances opératoires spécifiques, comme la modulation correcte de la distance et l’angulation du regard, que les manuels omettent souvent et qui garantissent la transmission de l’authenticité de la méthode.

    La documentation historique conservée dans la Bibliothèque Magnétique ISI-CNV atteste de l’importance de Donato en tant qu’innovateur absolu de cette pratique. G. Moréty, dans son texte, souligne que la fascination était une découverte véritablement liée à son nom, capable de produire des phénomènes d’absorption immédiate.

    «Comme nous l’avons dit, Donato est l’innovateur du procédé de la fascination. Avant lui, on savait bien que souvent les magnétisés, lorsqu’on leur avait ouvert les yeux, pouvaient être fascinés par le regard et venir vers l’expérimentateur comme l’oiseau vers le serpent» (G. Moréty, «Le magnétisme triomphant», français).

    Une autre source historique met en évidence que la pratique puise ses racines dans des dynamiques physiologiques liées à la fatigue oculaire et à l’absorption, dans un contexte de silence et d’obscurité. L’environnement et la répétition des mouvements favorisaient naturellement l’entrée dans un état modifié.

    «Avec ce silence et cette obscurité, avec ces mouvements continus et toujours pratiqués dans cette même direction ; quelle merveille si le patient lui-même, fatigué de l’attention continue et fixe, peut-être aussi un peu ennuyé, commence à baisser fréquemment les paupières» (Anonyme, «Sull’azione del magnetismo animale», italien).

    Paret a su fusionner cet héritage classique avec les découvertes modernes de la programmation neuro-linguistique et de l’hypnose ericksonienne, créant ainsi la Méthode Paret. “J’ai conservé beaucoup : je pratique aussi la méthode pure de Donato… on se laisse guider par les intuitions”. Cette approche garantit la conservation d’un patrimoine historique unique, tout en l’adaptant aux exigences de la contemporanéité sans en dénaturer l’essence originelle.

    Un mystère documenté : de Ficin à Donato

    Le pouvoir de la fascination a toujours été enveloppé d’une aura de mystère, et cette aura est elle-même un fait documenté. Marsile Ficin, dans le De amore (XVe siècle), décrit les esprits subtils qui sortent des yeux et atteignent l’autre ; en traitent Corneille Agrippa (De occulta philosophia) et Giambattista Della Porta (Magia naturalis), jusqu’aux magnétiseurs du XIXe siècle et aux études contemporaines de Bertrand Méheust. Cinq siècles d’auteurs qui témoignent de la fascination du sujet.

    Le mystère n’est pas un obstacle à la compréhension mais une invitation à l’investigation.

    Comment cela fonctionne : regard, silence, passes

    Le mécanisme de la fascination repose sur trois piliers fondamentaux : le regard, le silence et les passes magnétiques. Le contact oculaire prolongé crée une surcharge attentionnelle qui facilite l’entrée en transe. Marco Paret enseigne que l’observation des micro-réactions est fondamentale pour calibrer l’intervention. Un signal sans équivoque pour les débutants est que « les mouvements oculaires se réduisent ». La fixité du regard induit une cascade de réactions physiologiques qui préparent le sujet à l’abandon.

    Le silence joue un rôle tout aussi crucial, car l’absence d’entrées verbales empêche le cerveau du sujet de rationaliser ou de se distraire. « Parler retire de la concentration, amène la personne dans une dimension moins profonde ; quand nous ne parlons pas, elle peut se laisser aller beaucoup plus profondément ». Cette induction silencieuse trouve un écho surprenant dans les pratiques des magnétiseurs historiques étudiés par Bertrand Méheust. Le chercheur de l’EPHE souligne comment les magnétiseurs du passé opéraient en silence, par des passes et une pression des mains, pour éviter de suggérer verbalement les contenus de l’expérience, une convergence extraordinaire avec l’hypnose non verbale moderne et avec les dynamiques du Mesmerismus®.

    Les passes magnétiques, c’est-à-dire les mouvements des mains sur le corps du sujet sans nécessairement le toucher, complètent l’induction. Paret décrit le processus avec une précision phénoménologique : « on observe la respiration qui change, l’oscillation, énormément de micro-réactions… la lecture se fait à plusieurs niveaux : énergétique, d’activation du parasympathique ». Les réactions corporelles indiquent le passage dans un état de relaxation profonde. La combinaison de ces éléments crée une bulle communicationnelle isolée du contexte externe. Un des secrets de la fascination est la relation qui se crée : ce n’est pas nous seuls qui faisons quelque chose à l’autre, mais nous entrons dans une résonance profonde où les systèmes nerveux se coordonnent.

    La littérature historique confirme l’importance d’un état de calme absolu pour l’opérateur durant ces pratiques. Antoine Luzy, dans son traité sur la puissance du regard, souligne les conditions nécessaires au succès de l’opération. Le magnétiseur doit opérer dans un état de quiétude totale pour permettre au sujet de se refléter en elle.

    « La suggestion doit être dite dans le calme spirituel le plus absolu, sans tension de la volonté, sans contractions musculaires, sans serrement de dents ni de poings, sans contractions d’aucune sorte, sans modification du rythme respiratoire, le tout pouvant mener… » (Antoine Luzy, « La puissance du regard », français).

    Cet état de calme permet à l’opérateur d’entrer en résonance avec le sujet, facilitant la transmission du rythme parasympathique. La relation qui s’instaure est d’une profonde syntonie nerveuse, où le système nerveux de l’opérateur régule celui du sujet.

    dans la vidéo, on voit la fascination en action, une rareté qui documente également la tradition.

    Ce que dit la recherche scientifique

    L’approche de l’école ISI-CNV ne se limite pas à la tradition, mais embrasse une épistémologie neuroscientifique déclarée. Des études récentes ont investigué les effets du contact oculaire en utilisant des technologies avancées. Les recherches de Hirsch et al. (2017) via l’hyperscanning fNIRS et de Koike et al. (2019) avec l’IRMf ont observé comment le regard réciproque synchronise l’activité cérébrale entre deux individus. Les études de Jiang et al. (2017) ont également exploré les corrélats neuronaux de l’hypnose, fournissant des bases objectives pour comprendre les phénomènes de transe induits.

    Une clé de lecture particulièrement intéressante dérive de la théorie polyvagale de Stephen Porges. Selon cette perspective, les passes magnétiques et la stimulation corporelle silencieuse activeraient le système vagal et la branche parasympathique du système nerveux autonome, favorisant un état de sécurité et de relaxation profonde. Certains phénomènes liés à ces dynamiques semblent nécessiter des études supplémentaires, rendant fascinant le dialogue entre science et tradition. Une investigation plus approfondie serait utile pour cartographier de manière exhaustive les corrélations entre les passes historiques et les réponses neurovégétatives modernes.

    Bertrand Méheust, dans son chef-d’œuvre “Somnambulisme et médiumnité” (1999), a amplement documenté comment le somnambulisme magnétique a produit un corpus phénoménologique plus vaste que celui conservé par l’hypnologie officielle. Méheust souligne que la marginalisation de ces pratiques ne fut jamais une véritable réfutation scientifique, citant le célèbre adage “le procès en question n’a jamais eu lieu” (Devenez savants, 2004). Le chercheur admet ne pas connaître le mécanisme intime des passes, mais reconnaît que “le processus est bien réel”.

    Historiquement, le paysage des explications a été pluraliste : physicalistes, psycho-fluidistes et imaginationnistes ont offert différentes clés de lecture. Aujourd’hui coexistent des explications énergétiques, non verbales et neuroscientifiques, dans un climat d’ouverture où aucune vision n’est contestée a priori. La fascination se prête à être observée à travers cette lentille multidisciplinaire, où la phénoménologie de l’expérience subjective rencontre la mesurabilité des instruments scientifiques, ouvrant la voie à des recherches sur la suggestion mentale et l’hypnose subtile.

    L’expérience des sujets

    Vous est-il déjà arrivé de croiser le regard de quelqu’un et de vous sentir soudainement absorbé, comme si vous ne pouviez plus détourner les yeux ?

    Ceux qui vivent l’état de fascination décrivent une expérience intense et immersive. Marco Paret recueille les sensations des sujets en expliquant que “la fascination est comme une relation focalisée dans une certaine direction… la personne se sent prise, comme dans un tourbillon”. Ce sentiment d’absorption concentre la volonté du sujet dans une expérience interne. La sécurité du sujet est toujours garantie, car “la personne entre dans son propre état interne et reste toujours maîtresse d’elle-même”.

    Ce principe fait écho à la conception de la transe comme “état d’autonomie” décrite par Puységur et reprise par Méheust, caractérisée par une augmentation de la présence et de la lucidité, plutôt que par un automatisme passif. En ce qui concerne les sensations physiques comme la chaleur ou les fourmillements, Paret adopte une honnêteté expérimentale rigoureuse. Il précise que “si je les suggère, elles sont là ; si je ne les suggère pas, elles ne sont pas là”. Cela inscrit l’efficacité de l’expérience dans une dynamique relationnelle réelle.

    Le concept de “fluide magnétique“, central dans la tradition mesmerienne, est traité comme une description expérientielle des sensations subjectives. “Plus que de penser ou non au fluide, il faut penser à ce que nous faisons avec l’autre personne : nous entrons comme dans une bulle communicative”. Les explications énergétiques coexistent avec les dynamiques psychophysiologiques, offrant un cadre riche et nuancé. Une investigation plus approfondie serait utile pour cartographier complètement ces perceptions somatiques.

    L’important est de reconnaître que la fascination génère des changements réels dans la perception corporelle et l’état mental du sujet. La bulle communicative dont parle Paret isole le duo du bruit de fond, permettant un niveau d’intimité psychophysique rarement atteignable dans la communication ordinaire. Le sujet se laisse guider dans cette bulle, percevant un sentiment de protection et d’abandon simultané.

    Apprendre la fascination

    Sur cette page, nous dévoilons les principes ; la pratique guidée permet de se les approprier. L’apprentissage de la fascination exige un changement de paradigme mental pour l’opérateur. Le principal obstacle pour les débutants est la rationalisation excessive. L’erreur typique consiste à “trop penser… c’est un processus entre nous et l’autre personne… c’est nous et l’autre”. La fascination exige un abandon du contrôle rigide pour entrer dans une résonance fluide avec le sujet. Grâce aux cours de l’école ISI-CNV, les élèves apprennent à développer cette sensibilité relationnelle.

    Un exemple pratique de secret de métier dévoilé est l’exercice du miroir. Marco Paret raconte : il s’entraînait à “faire disparaître les nombres” — il regardait une personne compter un, deux, trois… et la bloquait du regard. Au début, cela fonctionnait toujours, puis soudain, cela cessa de fonctionner. Il demanda à Virgilio, qui répondit : “Tu dois retourner devant le miroir et t’entraîner”. Le travail au miroir, qui entraîne la fixité du regard et le calme intérieur de l’opérateur en reflétant ses propres micro-expressions, représente un exercice secret de la tradition, que Paret pratique encore aujourd’hui.

    La transformation des élèves est profonde, car “ils s’ouvrent à une perception de la réalité qu’ils n’avaient pas auparavant”. Ce parcours de formation permet de maîtriser des techniques allant de la méthode pure de Donato aux inductions modernes. La pratique de la fascination enrichit le bagage de tout hypnotiseur ou thérapeute. Paret se souvient de sa première expérience déterminante, survenue après avoir vu le maître Virgilio induire des états profonds en quelques instants, rien que par le regard. Sa première fois eut lieu dans un restaurant : une personne arrivée d’une autre pièce “est restée fascinée, les joues relâchées et les yeux complètement ouverts, comme un automate devant moi”.

    Un autre épisode significatif s’est produit lors d’un congrès, dont il existe une documentation vidéo. Paret raconte que “je voulais la fasciner avec la méthode habituelle, mais à cet instant, simplement en la regardant, elle est tombée devant un public de plusieurs centaines de personnes”. La lecture technique de ces événements est claire : “techniquement, c’est une activation profonde du système nerveux par le regard”. Ces expériences directes montrent la puissance d’une méthode qui agit sur des couches profondes de la biologie humaine.

    Le parcours didactique d’ISI-CNV guide les étudiants à travers des phases progressives d’apprentissage. De la compréhension théorique des mécanismes historiques et neurologiques, on passe à la pratique guidée en environnement contrôlé. Les élèves apprennent à observer les micro-expressions, à calibrer leur propre état interne et à utiliser leur corps comme instrument d’induction. La maîtrise de la fascination réside dans la capacité à entrer en résonance avec l’autre.

    Questions fréquentes

    1. La fascination est-elle dangereuse pour le sujet ?
    La fascination respecte pleinement l’intégrité du sujet. Comme le souligne Marco Paret, “la personne entre dans son propre état interne et reste toujours maîtresse d’elle-même”. C’est un état d’autonomie et de lucidité, qui favorise la présence plutôt que la soumission passive.

    2. Quelle est la différence entre la fascination et l’hypnose traditionnelle ?
    La fascination utilise principalement le contact oculaire et le silence, évitant les suggestions verbales continues. L’hypnose traditionnelle repose souvent sur le dialogue et des schémas linguistiques spécifiques. La fascination agit sur des canaux non verbaux et énergétiques.

    3. Le fluide magnétique est-il un concept scientifique ?
    Historiquement, il existe des visions physicalistes, psycho-fluidistes et imaginationnistes. Aujourd’hui, le fluide peut être compris comme la description expérientielle de dynamiques réelles d’activation du système nerveux parasympathique et de résonance relationnelle. Une investigation plus approfondie de ces phénomènes serait utile.

    4. Peut-on utiliser la fascination pour soigner des troubles physiques ou psychologiques ?
    La fascination est un outil d’induction hypnotique. Pour les questions de santé et les pathologies, il est nécessaire de s’adresser à des professionnels de santé habilités, qui peuvent intégrer ces techniques dans un parcours thérapeutique adapté.

    5. Combien de temps faut-il pour apprendre la fascination ?
    Les premiers résultats, comme la réduction des mouvements oculaires et l’induction d’un léger état de transe, s’obtiennent dès les premiers jours du cours. La maîtrise complète exige une pratique constante et le développement d’une perception relationnelle profonde.

    La frontière de la fascination s’étend bien au-delà de la simple induction oculaire. Marco Paret indique un horizon de recherche fascinant qui mérite toute notre attention. Particulièrement intéressants sont “les faits qui vont au-delà de la fascination oculaire simple : ces faits de quasi-télépathie pour lesquels le sujet perçoit intensément la personne qui lui fait face”. Ces phénomènes de résonance profonde, qui échappent aux explications conventionnelles, représentent le prochain chapitre dans l’étude des dynamiques relationnelles hypnotiques. L’exploration de ces connexions ouvre de nouvelles questions sur la nature de la conscience et de la communication humaine, confirmant la valeur d’une approche pluraliste et scientifiquement curieuse.

    Pour aller plus loin : Magnetismo personale: che cos’è, come si sviluppa e i segreti svelati — la guida completa della scuola.

    WikiParet  — l’encyclopédie de l’école du Dr Paret

    Fascination hypnotique : histoire, technique et secrets révélés

    Article de l’Académie · Fascination

    Fascination hypnotique : histoire, technique et secrets révélés

    La fascination hypnotique est l’une des techniques les plus anciennes et les plus profondes pour induire des états de transe, reposant sur l’usage du regard et du contact silencieux. Intégrant des traditions historiques comme le magnétisme animal aux neurosciences modernes, cette pratique se distingue par sa capacité à générer un tri-état neurologique unique, où sympathique, parasympathique et cortical coexistent. Par le regard direct, la fascination restreint l’attention, diminue le jugement et la volonté du sujet, ouvrant la voie à une profonde réceptivité interne. Cette page explore la définition, l’histoire, les techniques et l’éthique de la fascination, révélant les secrets d’une pratique qui demeure pertinente tant dans le domaine thérapeutique que relationnel.

    Définition et mécanismes de la fascination

    La fascination est une technique d’induction hypnotique non verbale qui utilise principalement le contact oculaire pour générer un état de transe profonde. Le regard direct provoque un rétrécissement de l’attention, diminuant la force du jugement et de la volonté du sujet [C1]. Ce phénomène agit sur des mécanismes neurologiques primitifs, impliquant le cerveau reptilien et le système nerveux autonome [M3]. La fascination n’est pas simplement une technique hypnotique, mais un tempérament qui exige une compacité opérationnelle et une présence de la part de l’opérateur. Sans ces qualités, les gestes externes ne restent qu’une simulation inefficace [C1].

    La fascination opère à travers un processus de focalisation extrême, où le regard de l’opérateur devient un point de référence pour le sujet. Ce mécanisme, ancré dans une réponse neurologique primitive, permet de contourner les défenses conscientes et d’accéder à un état de réceptivité profonde. La technique requiert un entraînement spécifique pour développer un regard ferme, doucement pénétrant et expressif, capable d’agir comme un outil efficace pour la transe [M3].

    Histoire et lignée de la fascination

    Les racines de la fascination remontent à la tradition du magnétisme animal, avec Donato comme figure clé du XIXe siècle. Alfred Edouard D’Hont, connu sous le nom de Donato, révolutionna la pratique magnétique en déplaçant l’attention des manipulations corporelles vers la fixation oculaire [M6]. En Italie, cette tradition fut recueillie et transmise par des figures comme Erminio Di Pisa et Otello Ghigi, qui en développèrent des applications thérapeutiques et des techniques spécifiques [M7].

    Le Dr. Marco Paret a reconstitué cette lignée, étudiant directement avec Di Pisa et approfondissant les techniques de Donato grâce à des contacts avec des personnes liées à son héritage. Ce parcours a permis de préserver et d’actualiser l’authenticité de la méthode originale, en intégrant les connaissances historiques aux découvertes neuroscientifiques modernes [M6]. La fascination représente donc un pont entre le passé et le présent, maintenant vivante une tradition qui continue d’être pertinente tant dans le domaine thérapeutique que relationnel.

    Techniques et applications modernes

    La fascination moderne se décline en plusieurs techniques, chacune ayant des racines historiques et des applications spécifiques. La Boule de Lumière, développée par Erminio Di Pisa, utilise un point lumineux comme support initial pour la fascination, s’avérant particulièrement efficace dans le travail thérapeutique [M2]. Cette technique, proche de la Technique Salamini, repose sur l’usage de la lumière comme ancrage pour induire un état de transe profonde.

    D’autre part, la fascination directe, dans la tradition de Donato et Ghigi, agit sans intermédiaires, produisant un “ébranlement” (sursaut nerveux) qui contourne la résistance consciente [M9]. Cette technique opère les yeux ouverts, en pleine veille, et représente la méthode la plus rapide et la plus directe pour induire la transe. La fascination directe exige une présence authentique et une compacité opérationnelle de la part de l’opérateur, qui doit être capable de maintenir un regard ferme et pénétrant pour obtenir des résultats efficaces [M9].

    Éthique et responsabilité dans la fascination

    La fascination éthique exige que l’opérateur soit perçu comme une présence positive, activant le parasympathique ventro-vagal du sujet et ouvrant la réceptivité [C1]. Cette approche favorise un état de transe sûr et contrôlé, dans lequel le sujet conserve la conscience du phénomène et peut se souvenir de l’expérience. À l’inverse, une fascination manipulatrice ou traumatique peut activer des réponses de gel, s’avérant éthiquement inacceptable [C1].

    Pour pratiquer la fascination de manière responsable, il est essentiel de développer une compacité opérationnelle, une présence authentique et une éthique intériorisée. L’opérateur doit être capable de reconnaître les signaux d’anxiété ou d’inconfort chez le sujet et d’adapter la technique en conséquence, garantissant une expérience sûre et positive [C1]. Sans ces qualités, la technique risque de devenir un instrument de coercition plutôt qu’un outil de transformation positive.

    Conclusion

    La fascination hypnotique représente un pont entre tradition et modernité, unissant le magnétisme animal du XIXe siècle aux découvertes neuroscientifiques contemporaines. Par le regard direct, cette technique agit sur des mécanismes neurologiques primitifs, générant des états de transe profonds et transformateurs. Son efficacité dépend de la compacité opérationnelle et de l’éthique de l’opérateur, qui doit être perçu comme une présence positive pour activer la réceptivité du sujet [C1].

    Avec des racines historiques profondes et des applications modernes, la fascination continue d’être une pratique pertinente et puissante, tant dans le domaine thérapeutique que relationnel. Sa capacité à agir directement sur les mécanismes neurologiques primitifs en fait un outil unique pour induire des états de transe profonds et transformateurs, maintenant vivante une tradition qui ne cesse d’évoluer et de s’adapter aux exigences contemporaines [M6] [M7].

    Sources internes utilisées

    • [C1] CANON FASCINATION
    • [M3] Cours d’Hypnose Leçon 18 fascination.docx
    • [M6] WIKI : La Tradition Européenne de l’Hypnose — de Mesmer à Paret/fr
    • [M7] WIKI : La Tradition Européenne de l’Hypnose — de Mesmer à Paret
    • [M2] WIKI : La Méthode Paret et la Fascination Directe/fr
    • [M9] WIKI : La Méthode Paret et la Fascination Directe/fr
    Article rédigé par l’Académie du Dr. Paret. Pour approfondir la pratique, écrivez-nous.

    Selon la méthode du Dr. Paret

    La fascination est la science du regard qui guide

    Dans la méthode Paret, la fascination est la capacité d’orienter l’attention et l’état de l’autre par la présence, le regard et le non-verbal. Une compétence qui s’apprend, ancrée dans la tradition et confirmée par la recherche.

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    Le Prof. Dr. Marco Paret a été parmi les premiers à adopter une approche neuroscientifique et orientée vers l’efficacité dans les sciences humaines, et le premier à diffuser les techniques de fascination et de Mesmerismus® dans le monde moderne comme discipline pratique et didactique — et non comme une simple trattation théorique. En témoigne l’ancienneté de ses sites de référence : neurolinguistic.com, actif depuis 1998 (archivé publiquement depuis 2000), et mesmerismus.info — présents en ligne avant que ces thèmes n’y trouvent une diffusion appliquée.

    Prof. Dr. Marco ParetRénovateur et premier divulgateur moderne de la fascination et du Mesmerismushypnose non verbale, fascination, mesmérisme, magnetisme personnel, communication non verbale, Mesmerismus
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    Approfondissement : Rapport magnétique : ce que c’est, comment le créer et les secrets révélés.

    Approfondissement : Hypnose instantanée : ce que c’est, comment elle fonctionne et les secrets révélés.